Um blog, uma espécie de diário virtual para os meus devaneios. Não há aqui critério básico. Entrevistas, notícias, crônicas, textos, críticas, tudo pode, tudo rola, é proibido proibir e vale tudo! Afinal, já dizia Maysa, tudo é pessoal!
Bruno Cavalcanti.
Timbaland edita em novembro seu novo álbum, Schok Value II, que contará com participações de Katy Perry, Miles Cyrus, Chris Brown, T Pain, Lil Wayne, Missy Elliot, Shakira e Madonna. A novidade é que, no disco do produtor norte americano, estará presente a faixa inédita "Across the Sky", uma sobra do álbum Hard Candy de Madonna. A faixa foi produzida por Timbaland e conta com a participação de Justin Timberlake. O disco sai no dia 24 de novembro. Além desta faixa, ainda há outras "sobras" de Hard Candy, como, por exemplo, "La La". Aguardar.
Gravado em shows realizados em Buenos Aires, na Argentina, em dezembro de 2008, o DVD que registra a Sticky & Sweet Tour de Madonna já tem data de lançamento. Na realidade nada é oficial ainda mas, segundo rumores, o DVD deverá chegar às lojas no dia 07 de Dezembro. O projeto seria lançado no início do ano, porém teve de ser adiado devido ao lançamento da coletânea Celebration nos formatos de Cd e DVD e devido a continuação da Sticky & Sweet Tour que passou mais uma vez pela Europa neste ano de 2009. O DVD será lançado pelo selo da Live Nation, porém será distribuído pela Warner Music, a gravadora que, há 26 anos, lança os trabalhos de Madonna. O DVD da Sticky & Sweet Tour já foi transmitido em vários países do mundo, inclusive o Brasil, em formato HD e compacto. Aguardar...
Taí a primeira foto divulgada da Playboy de Fernanda Young. A escritora será a capa da edição de novembro da revista masculina. As fotos são de Bob Wolferson e foram clicadas num casarão luxuoso da década de 40, localizado no bairro nobre de Jardins, na Zona Sul de São Paulo.
A Deckdisc edita neste mês de outubro o mais novo DVD de Pitty. Chiaroscope é DVD que registra imagens da gravação do último disco de Pitty, Chiaroscuro (o terceiro álbum em estúdio lançado pela rockeira baiana). Além das imagens da gravação do Cd, o DVD agrega três faixas inéditas: "Sob o Sol", "Pra Onde Ir" e "Just Now" - versão em inglês da faixa "Só Agora". A direção do DVD (que conta também com o vídeo-clipe da faixa "Me Adora") é de Ricardo Spenser, diretor dos (premiados) clipes de Pitty.
Com 50 anos de carreira, Roberto Carlos está começando a se modernizar. O "rei" lançará na rede sua nova música de trabalho, "A Mulher que eu Amo", tema da personagem Helena, vivida por Thaís Araújo na novela Viver a Vida, de Manuel Carlos. A canção será lançada para download legalizado e para celulares. As primeiras lojas virtuais a comercializarem a canção são Terra Sonora e o recém-estreado site da revista Billboard.
Preta Gil grava no dia 20 de outubro (terça-feira) na boate The Week (Rio de Janeiro) seu primeiro DVD. O projeto é um registro do show Noite Preta, que a cantora vêm apresentando já há algum tempo pelas boates do país. O show, que estreou no Rio de Janeiro, já passou por São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Teresina, Salvador, Niterói e voltou ao Rio para ser registrado em DVD. O show - que já é um evento por si só - contará com as participações de Ana Carolina, Lulu Santos e do pai da cantora, Gilberto Gil. ana cantará com preta "Sinais de Fogo", a canção que compôs para que Preta gravasse em seu primeiro disco, já Lulu botará voz numa regravação de seu sucesso, "Condição", enquanto Gil cantará ao lado da filha "Drão". No show também figurará "Stereo", canção inédita que Ana Carolina deu para Preta e que já vem sendo apresentada durante shows de Noite Preta. Sai em 2010.
EM TEMPO: Preta Gil anunciou hoje no seu Twitter oficial que a participação de Lulu Santos na gravação de seu Cd e DVD está cancelada por motivos de saúde do cantor.
Erasmo Carlos põe nas lojas neste mês de outubro seu primeiro livro, Minha Fama de Mau. A rigor, não é uma biografia do tremendão que embalou as jovens tardes de domingo da Jovem Guarda, mas sim um livro de histórias e memórias do cantor. Erasmo conta histórias engraçadas e divertidas de situações com amigos como Tim Maia, Jorge Ben Jor, Roberto Carlos dentre outros. O lançamento acontece no dia 27 de outubro no Rio de Janeiro, na boate 00 pela Editora Objetiva (que também edita o livro).
A cantora e compositora Fátima Guedes comemora neste ano de 2009 trinta anos de carreira fonográfica. A cantora estreou na noite de 17 de outubro de 2009 seu novo show de teor retrospectivo, Tanto que Aprendi de Amor, no Teatro Nelson Rodrigues (Rio de Janeiro). Entre as canções (todas autorais) havia apenas uma inédita: "Ela". Eis o roteiro do show (que deve ser registrado para gerar Cd e DVD comemorativos):
1- Onze Fitas 2- As Pessoas 3- Lilith 4- Faca 5- Os Amores que eu não Tive 6- Eu te Odeio 7- Black-tie 8- Tanto que Aprendi de Amor 9- A Vida que a Gente Leva 10- Nas Nuvens 11- Ela 12- Absinto 13- Condenados 14- Arco-Íris 15- Minha Nossa Senhora 16- Cheiro de Mato
Alcione estreou na sexta-feira, 16 de outubro de 2009, no HSBC Brasil (São Paulo) seu novo show, Acesa. O show tem roteiro calcado no disco homônimo lançado pela marrom neste ano de 2009. O show agrega algumas surpresas, como o bloco "cantando no banheiro", onde Alcione dá voz a canções que gosta de cantar em off, dentre elas um medley que uniu três canções de Rita Lee, "Pagu" (Rita Lee/ Zélia Duncan), "Bem-me-Quer" (Rita Lee/ Roberto de Carvalho) e "Todas as Mulheres do Mundo" (Rita Lee). Há também "Sua Estupidez", a canção de Roberto e Erasmo Carlos que a cantora colocou voz no show Elas Cantam Roberto. Eis o roteiro do show:
Procurada pela emissora de Edir Macedo, a rede Record, para estrear a nova novela Ribeirão do Tempo, Mel Lisboa recusou o convite por ter contrato com a Globo. A atriz decidiu continuar na emissora, já que a mesma não quis abrir mão de seu contrato. Particularmente eu gostei da notícia.
Terminei, enfim, de ler Uma Viagem Além da Porta – o livro escrito pela minha amiga Gisele Lemos e me enviado com muita delicadeza pela mesma. Confesso que não gostei do final, não por ele não ser bom. Ele é. Mas não gostei do final pelo fato de ele ser um final. Detesto finais! Eles dão um ponto final naquilo que vêm me interessando e consumindo por dias, meses, quisá anos. Finais me fazem sofrer. Quando chegam os finais perde-se o papo. Você não comenta mais com alguém todos os dias sobre o último capítulo de um livro, de uma novela, de um seriado... Não. Eu pelo menos não comento de últimos capítulos com quem eu não conheço. Último capítulo é algo extremamente pessoal, de uma impressão só sua e de mais ninguém. Debater uma impressão sua sobre um último capítulo só se for com algum conhecido de muita intimidade. Me sinto nu nos últimos capítulos. Talvez por isso eu tenha diminuído tão significativamente o número de novelas que tenho assistido. Não sofri no último capítulo de “Caminho das Índias” porque não assisti, assim como não assisto “Viver a Vida” e assim como só assistirei “Passione”. De qualquer forma, Gisele me deixou nu, transnudado – isso faz sentido para vocês? –, me deixou enojado, feliz e triste. Porque dar um ponto final na última página seguida por uma página escrita “Fim”? É tortura? Ela deve achar que sou sadomasoquista. Não sou. Ao menos não por enquanto. Foram 126 páginas de pura diversão, diversão essa que acaba de me ser usurpada. Mas tudo bem Gisele, te perdôo. Afinal, se não fosse por você, este capítulo que escrevo hoje e agora não existiria. O seu livro foi a espinha dorsal do modo como venho contando as histórias e apresentando as personagens – e, por falar em personagem, te devolvo Geração 80 e Geração 70. Me apaixonaram demais, mas não me sinto hábil a trabalhar com essas duas personagens tão instigantes... Talvez eu me sinta mais qualificado a trabalhar com a Senhora N. Anastácia jamais!
De qualquer forma eu viajei além da porta e descobri que não há nada para além da porta. É uma grande enganação. A porta na realidade não existe. Gisele me levou a momentos orgasmáticos e momentos de pura revolta. Como alguém se priva a falar do Queens? Não que eu seja fã do bairro, mas também não o abomino. Shirlene, você me entenderia? Clarice me entenderia. Talvez Greta Garbo também entendesse, mas acho que o mau-humor dela não ajudaria tanto numa hora dessas.
De qualquer forma, Uma Viagem Além da Porta teve seu início, meio e fim. Passei pelos três e me deparei com o prazer de iniciar, entender e finalizar. Obrigado, Gisele.
De qualquer forma, fui ameaçado há tempos atrás a dedicar um capítulo inteiro a alguém. Já tenho nome e enredo, só me falta vontade de escrever e publicar. Ainda não sei bem, mas Caah também entrará na roda viva.
Opinião de livro Título: Uma Viagem Além da Porta Autor: Gisele Lemos Editora: Mazza Edições Cotação: *** 1/2
“Estou vivendo uma experiência que não sei se me enriquece ou enlouquece: conversas imaginárias com amigos inexistentes.”
Assim é aberto Uma Viagem Além da Porta, o livro da debutante Gisele Lemos, editado em setembro de 2009 pela Mazza Edições. O livro não tem uma vendagem nacional, sendo distribuído (majoritariamente) na cidade de Belo Horizonte (MG), mas tem fôlego para um alcance em massa.
Gisele conta de maneira visceral um pouco da personalidade de Shirlene Pires, com muitos toques pessoais, sobretudo biográficos. Shirlene é uma mulher contemporânea, é atriz que morou em Nova York. Gisele também.
São 216 páginas leves, contando uma história contemporânea (que abriga mais diversas citações, desde Clarice Lispector, passando por Marina Lima, Simone, Ed Motta, até Fernando Pessoa). Gisele sabe prender o leitor. E sabe também fazer com que sejamos Shirlene conversando com Lucy ou perdidos na loucura de Nova York.
O livro não tem pontos baixos ou altos, segue linear e sóbrio, sem grandes emoções, e talvez por isso, perca ponto. Como perde ponto também pelos últimos capítulos que se desvencilham da descrição de personagens para ensaiar um enredo que é encerrado com pouco ânimo. É sóbrio, mas mais sóbrio que todo o livro.
Uma Viagem Além da Porta pode não ser um marco literário, mas é um livro interessante que merece atenção, assim como todas suas diversificadas personagens. Se confundir entre personagens como Geração 80 e Geração 70 chega até a ser fácil, já que são descritas de modos parecidos e quase ao mesmo tempo. É preciso estar atento!
Assim como também é preciso estar atento às mais singelas citações, como canções de Marina Lima, por exemplo.
Gisele aborda de forma informativa acontecimentos contemporâneos, e isso torna Uma Viagem Além da Porta um livro de boa importância. A queda das Torres Gêmeas de 2001, o acidente de Herbert Vianna e outros tantos artistas. Aliás, artista é o que não falta no livro. A admiração de Shirlene por eles é deliciosa. Ler suas citações de Sônia Braga mostra que não é necessário ser apelativo para ser inteligente.
Uma Viagem Além da Porta nos leva muito além de qualquer porta que possa existir. Nos leva a um presente perdido no passado e por isso, mas não só por isso, é um livro que merece destaque.
Este meu texto foi escrito especialmente para ser publicado no blog Alma&Espírito, na coluna semanal Palavras do Ator, mas eu o achei tão visceral (o resultado final) que resolvi publicá-lo aqui também. Não tem título, portanto deixo isso a cirtério de vocês, meus queridos leitores fantasma. Eis:
O Brasil será a sede das Olimpíadas de 2016. Mais especificamente a cidade do Rio de Janeiro (RJ). Ok, até aí não há novidade alguma, mas, confesso... Não me animo muito com essa história de Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. Claro que, pelo lado nacionalista, fico lisonjeado! Primeiro que sou americano, latino americano, sou brasileiro! Segundo que amo o Rio! Sou meio carioca, pô, eu quero o meu crachá! Mas também fico preocupado e meio irritado! O Brasil ganha uma visibilidade interessante no quesito esporte, mas perde uma GRANDE visibilidade no quesito educação, segurança e afins. Pode parecer clichê bater nesta mesma tecla, mas é a verdade. O Rio de Janeiro está se mobilizando para as obras que ocorrerão no Maracanã, mas são raras (raríssimas) as vezes que vejo a cidade se mobilizar com tanta força e tanto ânimo para algo que realmente importa. Sim, eu acho as Olimpíadas pouco importantes. Um acontecimento no esporte? Talvez. Mas em que isso melhora a segurança, a saúde pública, a educação? Em que isso ajuda na cultura e no conhecimento? Se eu tivesse que escolher entre Olimpíadas de 2016 e um próximo Festival de Woodstock no Brasil, acho que nem preciso dizer o que eu escolheria, não é?!?! A felicidade e o orgulho latino americano (o brasileiro, sobretudo) podem ser comoventes, mas não me convencem. Os brasileiros só se mobilizam em eventos como Olimpíadas, PanAmericano, COPA DO MUNDO – e agora entro num quesito muito meu! Como eu ODEIO a Copa do Mundo! Um evento que para o mundo por incontáveis dias, quisá meses, não pode ser lá uma boa coisa! O mundo inteirinho pára e assiste sentado em frente a sua TV de plasma aos jogos, mas simplesmente se esquece que, enquanto estamos parados vendo sei lá quantos homens correndo atrás de uma bola no meio de um campo gigante (no qual a Madonna com certeza já se apresentou), os problemas continuam rolando. Não é porque é Copa do Mundo que os assaltos diminuíram nem o tráfico de drogas, de crianças, nem o trabalho infantil, nem o número de analfabetos, nem o número de mortes... Nada disso muda! E o pior de TUDO: Quando o Brasil perde uma Copa do Mundo, todos choram e choram! Eu não choro! Eu fico contente, assim o povo acorda mais rápido e não fica naquela doce ilusão de que somos os melhores, porque não somos! Não somos um país de primeiro mundo (apesar de o número de habitantes em capitais dizer o contrário), não estamos no patamar de NENHUM país da Europa, não somos Estados Unidos nem Canadá! Não somos asiáticos (e nesse quesito eu só digo GRAÇAS A DEUS), só aos que podemos nos comparar (e ainda assim nos envergonhar em alguns casos) é com o Malawi (África) e com alguns países do Oriente Médio (e olhe lá!). Eu amo o Brasil, mas não suporto a mentalidade brasileira. O jeitinho brasileiro! Em Portugal não é assim! Na França não é assim! Espanha, Bélgica, Alemanha, Inglaterra, Japão, China, Canadá, Estados Unidos, em nenhum destes lugares é assim. Eu tenho pra mim que somos um bom país latino americano, mas perdemos em muitos quesitos para a Argentina. Os argentinos são patriotas, brasileiro só é patriota na Copa do Mundo. Argentino realmente acredita que Maradona é melhor que o Pelé. Aqui há dúvidas de que Pelé seje melhor que Maradona. Argentino se coloca num dos maiores patamares da história mundial cultural devido ao tango, que chega em TODOS os continentes. Brasileiro renega sua música. Desacredita da força do samba, da bossa, do rock Brasil e do que quer que seja! Há reais momentos em que o brasileiro me envergonha. Me orgulho da Sônia Braga, do Rodrigo Santoro, Tom Jobim, João Gilberto, da Marisa Monte, Adriana Calcanhotto, do Paulo Coelho... todos que levam o melhor do Brasil para o mundo. Eu sempre digo e hoje volto a repetir: PEOPLE, ACORDA! O Lula é confiante que o Brasil será uma das maiores potências (talvez a 5ª) em 2013, eu estou confiante de que a segurança no Rio, em São Paulo e em cidades do Nordeste vai realmente melhorar até 2035. Estou confiante de que Brasília vai começar a abrigar políticos de bem (como eu sei que há muitos por lá) e não gente como nosso queridíssimo José Sarney (FORA SARNEY!!!)... Enfim, só depende de nós acordar. O Brasil é um país lindo, de gente bonita, porém preguiçosa. Vamos dar um fim de uma vez por todas no nosso jeitinho brasileiro e ler um bom livro. Vamos ler Saramago, Paulo Coelho, Fernanda Young, Fernando Pessoa (e todos os seus heterônimos), Machado de Assis... Vamos nos tornar formadores de (boa) opinião... vale à pena (quando a alma não é pequena)!!!
Revista que determina tendência no mercado musical mundial ganha versão brasileira Outubro está sendo um marco para a música no Brasil. Neste mês, mais especificamente no dia 14, hoje, acontec eo lançamento da versão brasileira da revista norte-americana Billboard, a Billboard Brasil. Considerada a “Bíblia da Música”, a publicação é o lançamento do ano e deverá revolucionar o mercado musical brasileiro trazendo, principalmente, a versão nacional de suas famosas paradas. Com quase 116 anos, a publicação determina tendências mundiais desde o começo do século passado e assumirá este papel também no Brasil. Mensal, seu conteúdo é formado por diversas sessões com lançamentos, entrevistas, artigos de especialistas, últimas novidades, além de conteúdo da versão norte-americana e as paradas. Hoje a Billboard está em três países. Além dos EUA, onde foi criada em 1894 com temas diversificados, a publicação existe na Rússia e na Turquia, sendo a mais antiga do mundo. No Brasil, terá 40 mil exemplares e será distribuída nacionalmente. A primeira parada musical data de 1936, mas somente em 1950 a revista assumiu exclusivamente o conteúdo que tem até hoje, a indústria da música. Entre as mais famosas está o “Hot 100” e o “The Billboard 200”, que serão publicadas no Brasil juntamente com as paradas nacionais.
Marisa Monte se prepara para lançar disco de canções inéditas em 2010. O último trabalho de inéditas apresentado por Marisa foram os gêmeos Infinito Particular e Universo ao Meu Redor de 2006. O último trabalho lançado por Marisa no mercado fonográfico foi o DVD Infinito ao meu Redor, contendo documentário sobre a (bela) turnê Universo Particular, apresentada por Marisa entre 2006 e 2007, contendo 9 takes do show.
Madonna estampará as páginas da próxima edição da revista americana Rolling Stone. A rainha do pop deu entrevista inédita, recheadas de fotos, sendo algumas nunca publicadas antes. Serão 8 páginas, numa matéria que faz parte da divulgação da coletânea Celebration. Entre alguns dos assunstos abordados, a diva falou sobre o passado ("Eu era uma nerd na escola. Nunca bebi uma gota de álcool antes do meu primeiro divórcio), as mudanças recorrentes ("Minha imagem é calculada menos do que as pessoas imaginam. Uma garota gosta de mudar o visual"), e se derrete em elogios a nova sensação da música pop ("Eu me vejo em Lady Gaga. Seu show é uma bagunça e há buracos em sua roupa, mas ela tem algo especial"). A edição de novembro chegará também ao Brasil. A foto da capa (ao lado) é de Herb Hitts.
O fenômeno Susan Boyle - cantora escocesa descoberta no programa Britain's Got Talent, espécie de programa de calouros da TV inglesa - lança no mês de novembro seu primeiro álbum. I Dreamed a Dream (capa ao lado) será lançado em 24 de novembro de 2009 e conta, dentre outras, com regravações de canções do repertório de Madonna ("You'll See") e Rolling Stones ("Wild Horses"). Serão 11 faixas, dentre elas há o sucesso "Cry me a River", a natalina "Silent Night" e a inédita "Who I Was Born to Be". O disco já está em pré-venda.
O que me inspirou a vir escrever este quarto capítulo da minha trilogia – que com a feitura deste quarto capítulo deixa de ser trilogia, logicamente porque trilogia se define em “três”, não na palavra mas no sentido, enquanto quatro não é três, tanto na palavra quanto no sentido – foi uma frase do Nelson Rodrigues (e dessa vez a citação não é gratuita) dentro de um texto espetacular do Arnaldo Jabor. “Amor e Sexo”. Sim, o mesmo texto que inspirou a Rita Lee e o Roberto de Carvalho a fazerem à canção “Amor e Sexo”. Ambos tão literais e literários, tão filosóficos e tão incisivos, tão corretos e tão equivocados. Não terminei de ler a crônica do Jabor porque a frase do Nelson me foi como um baque, impedindo que eu continuasse com a leitura (até então ininterrupta). “O amor, se não for eterno, não era amor”. Nelson Rodrigues sempre tão certeiro, mesmo que pouco romântico (no sentido literário da palavra, ou não – Gisele, isso te faz algum sentido?). Já pararam pra pensar que o amor é eterno! Amor de mãe, por exemplo, é eterno. Amor de Deus, por exemplo, é eterno. Mas será que o amor de um homem por uma mulher realmente existe? Vou reformular a minha pergunta: será que ele realmente acaba? Vou refazer a pergunta: será que, se existe, acaba? Acho difícil. Vemos hoje alguns exemplos de casos lindos de amor, posso citar, por exemplo, Fernanda Montenegro e Fernando Torres, ou então Malu Mader e Tony Belloto, Alexandre Borges e Júlia Lemmertz, Nicete Bruno e Paulo Goulart, Glória Menezes e Tarcísio Meira e alguns outros que me falham à memória agora. Esse amor não acaba. Há várias peripécias de Sra. Y, por exemplo, que posso contar. Assim como há histórias de personagens novos como a Friend JM, o Geração 80, a Geração 70 (Gisele, me apropriei de seus amigos, os quais me apaixonaram, mais tarde devolvo). Vamos começar pela Sra. Y.
Antes de conhecer o Sr. S, Sra. Y era uma pessoa totalmente desencanada de qualquer tipo de sensação ou sentimento que não fosse o menos nobre possível (algumas mentes mais brilhantes entenderão o que quis dizer). Desacreditava no amor, desacreditava na paixão, nos beijos seguidos por um relacionamento... Nada que não fosse sexo seguido de “vá com Deus” (e nessas horas Roberta Miranda é uma ótima citação). Sr. S veio para mudar essa crença, mas até lá já é outra história. De acordo com Sra. Y, amar era coisa para pessoas fracas que necessitavam de alguém para satisfazer seus desejos mais íntimos e acabar com sua carência. A paixão também não era tão diferente, afinal um sentimento que poderia te fazer feliz por alguns instantes e infeliz por instantes ainda maiores, não podia ser algo tão precioso. E confesso que, hoje em dia, concordo (em partes) com ela. Qual o real sentido do amor? Claro que os mais românticos correspondidos dirão sempre: é a felicidade! Mas eu duvido um pouco de grandes amores (não que os casais que citei mais acima me pareçam falsos, mas mais do que amor é preciso ter MUITA paciência para viver com alguém).
“Amor é prosa, sexo é poesia”. Essa grande diferença entre o amor e o sexo me fascina. Friend JM tem muito disso. Ela e eu não nos falamos mais, mas sempre estamos juntos. Eu sinto que há nela uma tensão sexual que foge da conotação pornográfica da palavra. Ela é aquele sexo apaixonante. “Ela é bela, por que não com ela?” porque ela não quer! Marina sempre é uma ótima citação, mas, em alguns casos, muito fácil de rebater.
Friend JM, quer voltar a falar comigo? Esse seria um tema muito interessante para debatermos.
Me privo de continuar ou se quer encerrar decentemente esse capítulo. Não por falta de inspiração, mas confesso que a preguiça acaba de bater. Sou um pouco baiano/ europeu nesse sentido.
Ficamos por aqui, mas antes, Friend JM, saudades de tu!