quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Madonna lança segunda versão do clipe "Celebration"



Madonna lançou hoje a segunda versão do vídeo clipe de sua nova canção, o single "Celebration". No clipe são mostrados, além da cantora (lógico), fãs escolhidos durante a passagem da Sticky & Sweet Tour pela Espanha e Itália e uma das maiores surpresas: sua filha Lourdes Maria (Lola) vestida como a mãe no vídeo clipe de "Like a Virgin". No vídeo não é usado o áudio da canção original, apenas uma versão remixada. Na primeira versão do clipe estão em destaque os dançarinos de Madonna, a própria Madonna e o namorado da cantora, o modelo Jesus Luz. As fotos acima são de flagras do vídeo clipe. Ainda não se sabe quando a versão oficial do clipe será lançada.

Para ver a primeira versão do clipe clique AQUI
Para ver a segunda versão do clipe clique AQUI

'Beijo Bandido' de Ney traz 14 canções


A foto acima flagra Ney Matogrosso durante uma sessão de fotos para o encarte do Cd que pretende lançar ainda neste ano de 2009. Beijo Bandido é o título do disco (inspirado na canção "Invento" de Vitor Ramil). Diferente de Inclassificáveis, o último trabalho lançado por Ney, com toda sua aura rockeira, Beijo Bandido será disco de tom mais leve, quase camerístico (a exemplo do que Ney já havia feito em 2005 com o Cd, DVD e show Canto em Qualquer Canto, onde abordava fino repertório ao lado de 4 violonistas).
Beijo Bandido foi concebido e testado a partir de alguns shows realizados por Ney no Teatro Tom Jobim (RJ). Entre as 14 canções do disco estão
"Segredo" (Herivelto Martins/ Marino Pinto), "Tango pra Tereza" (Edvaldo Gouveia/ Jair Amorim), "De Cigarro e Cigarro" (Luiz Bonfá), "Mulher Sem Razão" (Cazuza/ Dé/ Bebel Gilberto) - a canção gravada e popularizada por Adriana Calcanhotto em seu último disco, Maré - e "Nada por Mim" (Herbert Vianna/ Paula Toller) - a canção gravada e lançada por Marina Lima em 1985 em seu disco Todas e interpretada por Ney ao lado da própria Marina no programa Sexo MPB - entre outras.
O disco sai até o final do ano.

Trilogia - o fim!

Hello, hello, god night, meus queridos leitores fantasma. Vejo que já se encontram reunidos aqui a minha espera. Hoje eu fecho essa trilogia sem sentido. Sim, afinal eu não dei início a uma história... na verdade não iniciei nenhuma, apenas apresentei as personagens... ! Captaram o espírito da coisa? Essa é uma trilogia sim, mas que vai além de 3 partes. Os personagens estão sendo apresentados e, daqui pra frente, eles estarão nos conflitos que eu julgar que deva colocá-los! Vamos dar continuidade e um ponto final nesta primeira trilogia ainda sem nome.

Capítulo III (pra bom entendedor meia palavra bas...tá!?)

O título deste terceiro e último capítulo me veio antes mesmo do próprio capítulo. Não sei bem porque (ou porquê?), mas estou animado com este capítulo. Nele falarei da última pessoa que sobrou... Dona N. Uma senhora distinta que nada tem a ver com Nelson Rodrigues. Ah, Nelson Rodrigues que tem imbalado (ou será embalado?) meus pensamentos com sua tão genial tese de negar as coisas... Assim como de praxe vou fechar mais um parágrafo apenas dizendo: Nelson Rodrigues.
Dona N. é uma senhora católica bastante recatada. É casada com Eduardo, um empresário de 40 anos de idade. Ambos tem uma filha branquinha, branquinha, com cabelos num comprimento pouco maior que chanel (quem sabe mais pra frente não começo a fechar meus parágrafos falando de Coco Chanel?!), ela é um ou dois anos mais nova que eu (dois, com certeza dois anos). O que eu tenho a ver com Dona N. e Eduardo? Hora, são meus antigos sogros. Portanto vocês só podem definir que eles são pais de ninguém mais a não ser Srta. H. Mas engana-se quem pensa que esse parentesco será desculpara para que eu fale da Srta. H. Muito antes pelo contrário, dela pretendo falar pouco, ou nada mesmo, não por falta de interesse, mas por falta de preparo.
Mas voltemos a Dona N. que, na medida do campeonato, já deveria ter sido tida como personagem principal deste terceiro e último capítulo de uma saga que ainda está por vir.
Pensem vocês, Dona N., (Gisele, ponto e vírgula dessa forma... está certo?) uma senhora de 40 anos de idade, recatada, cabelos longos, uma típica perua fora da sociedade (aquela perua que adora um drama casual, mas odeia convenções sociais)... Imaginem essa mulher altamente católica, incapaz (ou será que é encapaz? Não, não, é incapaz meso, tenho total certeza!) de cometer qualquer delito que ferisse as leis de Deus... pois bem, imaginem essa mulher tendo que viver com um homem extremamente anti-catolicismo, anti-Cristo, anti tudo! Um homem que vende a mãe para conseguir mais lucro para suas empresas... sim, senhoras e senhores, Eduardo não é uma flor que deva ser cheirada. A minha sorte é que eu sabia disso.
Bom, agora resolvi que falarei sobre a Srta. H apenas para a satisfação de vocês, mas isso apenas no próximo parágrafo e depois que meu CoopNoodels (o que diabo é isso?) ficar pronto!
Pronto, cá estou de volta! Falemos sobre Srta. H.
Tente unir a beleza de uma fada com a delicadeza de um lutador de kic-box, a feminilidade de uma dama e o fanatismo futebolístico (palmerense) de um velho gordo nas tardes de domingo assistindo a Rede Globo! Tente unir a pele branca e os cabelos loiros de uma franciscana repleta de beleza, com os cuidados de um lutador de sumô para com seu adversário. Essa união tão "pitoresca" (essa bendita palavra ainda se usa, Gisele?) forma o ser mais belo de toda a história: Srta. H. Aquela com quem engatei e cultivei belo romance (e não românce) durante um bom tempo (e que bom tempo).
Bom, imaginem agora todos vocês, uma perua falsa, um louco empresário e uma criatura tão inclassificáveis juntos numa mesma mesa de jantar com um jovem transgressor, classe média europeia, de gosto requintado porém extremamente exigente para tudo... Isso ou pode dar muito certo ou pode dar uma verdadeira bosta. A segunda opção parece a mais verdadeira, não parece? Se parece é porque é! Quando Srta. H e eu começamos um romancezinho descontraído seus pais foram piamente contra, pelo fato de eu não estudar na mesma escola que ela, ser mais velho que ela, mais viajado que ela e saber de mais coisas que ela. E não os culpo! Eu também não gostaria de um cafajestezinho perto da única filha que tenho, a qual cultivo com tamanha inocência. Mas voltando... realmente deu merda! A convite de Srta. H fui jantar com ela e seus pais em sua casa. Uma casa bonita, grande, porém decorada à moda do final do século 19. Muito grotesco, apesar de elegante. Ao chegar na casa Elizabethana cumprimentei (será que isto está certo? Gisele, Fernanda, Clarice...) meus então sogros, nos sentamos enquanto Serta. H se trocava e falávamos de tudo um pouco. Desde a queda do muro de Berlim até a queda das Torres Gêmeas, passando pelas mulheres queimando sutiãs, pelos movimentos liderados por Elis Regina contra guitarras elétricas e a paciata - certo? - anti-ditadura dos anos 70. Enquanto vestia seu vestidinho vermelho (não o da música da Marina Lima), Srta. H fez questão de dar as caras na sacada da escada para ver como eu estava me dando com as feras. E eu me saia muito bem.
Vou dar um tempo e pegar um copo d'água.
Voltei. Não tenho frase do Nelson Rodrigues para discrever (ou será descrever?) nada do que me aconteceu naquela noite.
Sentei-me a mesa tão logo Srta. H desceu e anunciaram o jantar. Fizemos uma prece de agradecimento (mesmo sem a presença de Eduardo que se recusa a fazer qualquer tipo de prece) e nos pusemos a comer. Tudo que eu mais gostava estava lá: camarão, frango, legumes, batatas ao forno, azeitonas, arroz feito em brasa... Mas antes mesmo de começar a comer tive que me irritar um pouco, pois não seria eu se não o fizesse.
"Você, meu garoto, tem algum tipo de intenção com minha filha?", perguntou Eduardo muito desconfiado. "A única intenção que tenho com ela para este momento é viver este momento. Estar com ela nos bons e maus momentos... é viver com ela num felizes para sempre momentâneo". Lógico que essas palavras não foram recitadas por mim de graça, eu sei que uma das coisas que Eduardo mais odeia é a famosa: "frase pronta!" e eu tenho muitas prontas para um tiro certo.
Dona N. parecia estar confusa e não perguntou nada, apenas se adiantou a nós e começou a comer, Srta. H fez o mesmo, Eduardo comia enquanto bufava e eu comia sustentando um ar de superioridade arrogante imperceptível.
Não quero me estender mais nessa história! Mas este foi o último jantar que eu e Srta. H tivemos, afinal fomos proibidos de ter qualquer tipo de contato e, por isso, o namoro às escondidas deu tão certo.
Escolhi fechar este último capítulo de forma tão passional para mostrar o quanto alguém pode ir a todos os extremos. Se a ironia reinou nos dois primeiros capítulos, ela fica em segundo plano perto da paixão que ainda sinto e duvido que deixe de sentir pela Srta. H.
Não vou acabar citando Nelson Rodrigues, mas sim Zélia Duncan: "nem tudo que acaba aqui deixa de ser infinito". A Bárbara Farniente disse uma vez que odiava gente que não sabia se expressar e apelava para letra de música. Bom, Bárbara, eu vou mais adiante! Eu odeio gente que não sabe se expressar e, ao invés de apelar para letra de música, não se expressa!

Srta. Y, Sr. S, R, M, Dona N, Eduardo e Srta. H são as personagens que estarão sempre presentes daqui pra frente. Todas verídicas, mas sempre com um toque de mentirinha. Todas e mais outras estarão presentes daqui pra frente.
Este foi o último capítulo desta primeira trilogia, a próxima vem apenas quando eu julgar que devo fazê-la!
Mas vejam vocês, três textos completos e eu ainda não me apresentei!!

Muito prazer, sou Ninguém do Nada Nascimento de Inexistente... quando precisar, não chame, eu não virei ajudar!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Trilogia part 2


Boa noite meus queridos leitores fantasma. Hoje vamos dar continuidade à minha Trilogia. Tenho me achado tão prepotente em dizer que eu posso fazer uma trilogia. Não sou letrado, não sou formado... Apenas sou um aspirante a alguma coisa. Mas são altas horas da madrugada e, nessa hora, eu não ligo para prepotências ou o que quer que seja! A essa hora eu me sinto o próprio Arnaldo Jabor conversando com Machado de Assis enquanto lê os recados deixados por José de Alencar e Fernanda Young. Bom, vamos dar continuidade...

Capítulo II (uma saga sem início, fim ou meio)

"(...) o que não está escrito e assinado, não pode ser comprovado". Foi essa a frase que me incentivou a dar continuidade a esse segundo capítulo. Frase sentenciada por Gisele Lemos em "Uma Viagem Além da Porta" (espero que não haja problema de reprodução - não vá me processar em Gisele). Será que preciso acrescentar algo mais? O que eu não escrevo e assino não pode ser comprovado. Isso me dá um alívio muito grande. Tanta coisa que eu já disse por aí... mas eu confesso a vocês: eu nego! Nego até o fim da vida! No juízo final estarei negando, afinal, como diz Nelson Rodrigues, o segredo é negar. Nelson Rodrigues. Mais uma vez estou falando de Nelson Rodrigues. É elegante citar Nelson Rodrigues. Mas pode ser cafona ficar repetindo incansavelmente (tem acento?) Nelson Rodrigues num mesmo parágrafo, portanto vou fazer como no primeiro capítulo e encerrar o parágrafo falando apenas: Nelson Rodrigues.
Fernanda Young e Clarice Lispector me incentivaram a escrever este segundo capítulo. Falarei hoje do R e da M. Se eu tiver coragem falarei da Srta. H, mas duvido que eu tenha. Vamos fazer o seguinte? Vou fechar esse parágrafo e pegar um copo d'água. Quando eu voltar inicio outro parágrafo e damos o ponta-pé inicial, ok? Aliás, só pra lembrar, vou escrever sem a ajuda do Word, portanto qualquer erro permanecerá errado - essa frase faz sentido? - Vou buscar meu copo de água. Voltei. Vamos lá então!
Conheci R há muito tempo atrás. Eu tinha lá meus 5 anos e ele também. Fomos criados juntos, típicos amigos que assistem desenhos juntos, andam de bicicleta juntos, brincam de esconde-esconde, pega-pega, são do mesmo time no "rouba bandeira" e tem poucas divergências. Estivemos unidos até os 13 anos, quando ele se mudou para Porto Alegre e eu fui passar uma temporada em Lisboa. R sempre foi uma pessoa muito viva e inteligente, mas tinha um caráter fraco. Lembro que até o apelidaram - certo? - de Bentinho, aludindo ao Bentinho do romance "Dom Casmurro", do Machado de Assis, que, mesmo sendo um jovem inteligente, era mimado e de caráter fraco, por vezes até meio bobão, ou seja, facilmente enganado. R não era muito diferente. Ficamos uns anos sem nos falar mas acabamos por retomar contato. Eu voltei de Lisboa e ele de Porto Alegre e acabamos por nos esbarrar num shopping em São Paulo. Mantemos contato até hoje numa amizade muito divertida apesar de gelada, afinal meus interesses mudaram e os dele também. Eu gosto de arte, ele de futebol; Eu danço bem, ele dança mal; Ele joga bem, eu não conheço futebol; Eu tenho amigos gays, ele é homofóbico. Talvez esse seja o maior defeito de R. A intolerância. Já discutimos muito por conta disso, e foi numa dessas discussões que eu ganhei uma nova amiga: M. Ela - a M - sentava-se duas mesas longe da minha na escola, porém nunca tinhamos trocado mais do que olhares de pessoas que se veêm (ou vêm? não, não, é veêm, tenho quase certeza!) todos os dias mas que não tem nada em comum... Ou não tinham! M é uma garota branca, branca, branca de dar dó, cabelos claros, olhos claros... puro leite franciscano (tem certa semelhança com a Srta. H).
Num das minhas discussões com R sobre o homosexualismo e o século XXI, M se colocou no meio e disse: meu irmão é gay, você vê problema nisso? Nesse momento eu senti uma certa atração por aquela garota intrometida que, do nada, revelava segredos que a família conservadora católica-cristã guardava a 7 chaves. Meio sem graça, R fez questão de se manter na pose de durão e disse engrossando a fina e desafinada voz: claro que não vejo problema, cad aum cada um, só não quero ser gay! (na hora me veio à cabeça aqueles galãs hollywoodianos - Gisele, é assim que se escreve? - que não são bons atores, são apenas os machões. Mas também me veio na cabeça Sean Pen, o machão bom ator). M olhou fixamente pra ele, olhou pra mim e perguntou: e você, tem algum problema? Eu apenas respondi: por que? Você acha que isso é um problema? Silêncio geral!
Uma das coisas que mais gosto de fazer é causar uma "commotion" (isso me lembra Madonna: "i've got the moves baby, you got the motion, if we get together we'd be causing a comotion"). Depois desse episódio M e eu nos tornamos bons amigos (tanto que, no passar dos anos, acabamos por nos tornar amigos inseparáveis. Se ela vai eu vou, se eu vou ela vai). R e eu perdemos contato mais uma vez. Ele se desvinculou - usei essa palavra no momento certo? o contexto permite, Gisele? - do colégio e voltou para Porto Alegre, enquanto M mudou de colégio, mas mantemos um ótimo contato quase que diário (Deus salve o MSN).
M ainda me chama a atenção pelo modo transgressor como leva a vida. Não engole sapos desnecessários e retribui numa moeda à altura. Por isso é chamada de "a serpente da verdade". Já R não me parece muito bem nestes últimos tempos. Como disse no início desse capítulo, seu caráter não é dos mais fortes, portanto o destino dele é um tanto complicado de se descrever (ou será discrever? Eu poderia olhar no dicionário, mas gosto dessas dúvidas gramaticais).
Aliás, quem leu com atenção o início e o fim desse capítulo notou que entrei em contradição. Bom, foi proposital! Aquele que adivinhar o porquê (com ou sem acento?) ganha um espaço semanal durante um mês na minha coluna. Não? Ninguém? Que pena!
Não sei bem como fechar esse capítulo. Me deu vontade de falar um pouco da Srta. H. Acho que vou criar um parágrafo só pra ela!
Pronto, será esse o parágrafo! Melhor dizendo, mudei de idéia. Vou deixar para falar da Srta. H no final do Capítulo III (se é que vou chamá-lo assim)... isso é, se eu falar dela. Nada contra a Srta. H, eu gosto dela com todas as forças do meu ser, mas não sei se ela está pronta para ver sua vida exposta aqui para ninguém. Vamos fazer o seguinte? Vou tomar meus Yakults noturnos e fazer um miojo. Quando voltar, eu juro que falo da Srta. H... isso é, se ninguém apertar o botão "publicar postagem" enquanto eu não voltar... opa, aprtei por acidente!
Enquanto salva o rascunho aqui vai um: boa noite! Estou a procura de um título para a trilogia. Como disse, só daqui há 3 meses depois de publicada. Salvou-se o rascunho, até o Capítulo III...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Trilogia


Viajando pelas loucuras de Gisele Lemos em Uma Viagem Além da Porta decidi voltar a fazer o que há muito não fazia: escrever! Mas veja, escrever todo mundo escreve, é a lei da vida! Mas ninguém mais escreve o que deve escrever. Eu tneho saudades de escrever crônicas que ninguém lia, saudades de escrever músicas que ninguém ouvia, poemas que ninguém recitava e versos que ninguém citava. Mas vejam vocês meus queridos leitores fantasma, se eu me divirto nas consultas dadas a Lucile Ball ( a famosa I Love Lucy), o que me impede de tentar diverti-los contando casos e acasos da minha vidinha fútil e vulgar (mais fútil que vulgar, lógico!)? - (ponto, parênteses e ponto de novo... isso é permitido Gisele?). Não tenho um título ainda, mas como pretendo fazer disso uma trilogia, talvez o título venha por último, ou talvez apareça na metade desse primeiro capítulo, ou na metade do segundo ou no começo do terceiro ou vá aparecer apenas três meses depois que eu acabar de escrever. Vamos dar início...


Capítulo I (versículo 20, século 20, século 21)

Pensei em começar de várias formas diferentes. Apesar de ainda não saber sobre o quê (ou quem) eu vou falar, sei exatamente como quero falar: de modo que eu me revele a vocês e ao mesmo tempo vocês não saibam nada! Confuso, não? Talvez, mas divertido!
Eu continuo na dúvida se eu dou nomes aos bois ou não. Seria muita falta de ética dar nomes, mas seria muita falta de humanidade não dá-los. Vamos fazer o seguinte? Vou chamá-los de Y, R, N, M e S. Pronto, serão esses os nomes, assim vocês não morrem de curiosidade e eu não entro em mals (ou maus?) lençóis. Aliás, estou escrevendo sem o auxílio do Word. Quero que todos saibam que eu também erro o português, assim me tiram daquele pedestal de artista transgressor que entende de gramática. Eu não entendo. Perdi muitas aulas de gramática! Não sei o que é ditongo, oxítona, proparoxítona, não sei nem se isso ainda existe. Sei o que é literatura, sujeito direto, indireto, objeto direto, indireto (apesar de conservar algumas dúvidas ainda)... Aliás, não sei nem se isso tudo é gramática! Sei que literatura não é gramática! E sei também que a Sra. Y é ótima em literatura, em gramática... ela é ótima em português e eu sempre a admirei por isso. É bastante culta apesar de não saber bem quando usar sua cultura e, por vezes, soa meio arrogante (mesmo não sendo). Nós nos conhecemos já tem um bocado de tempo e somos amigos há um bocado de tmepo (não vou contar esse bocado de tempo! Me falta tempo pra isso). Nós nos unimos muito nos últimos anos. Talvez a puberdade tenha feito de nós amigos mais próximos com gênios fortes e que brigam até para decidir o que é melhor: o som de uma cuíca ou de uma bateria! Muitas vezes eu escolho a cuíca, ela sempre escolhe a bateria! Nossa última briga foi por ciúme do Sr. S. Eu odeio amigas que namoram! Elas esquecem de mim, esquecem da vida! Ficam submissas, ainda mais se são jovens... um verdadeiro saco! Sr. S é a típica pessoa ligada nos assuntos de hoje em dia (dos quais eu faço questão de me desligar), é uma pessoa que adora falar, mas raramente gosta de agir. Confesso que às vezes tenho pena dele, outras vezes tenho raiva dele, outras vezes tenho asco e outras vezes apenas o ignoro.
Não há pessoa no mundo que dissesse (ou dicesse? ou dissece?) que eles ficariam juntos, mas a máxima é totalmente verdadeira: os opostos se atraem. E eles se atrairam de maneira bem estranha. É o tipo do amor às avessas onde a crise existe mas é ela quem dá gás para o amor (ou ao o simples "gostar". Eu duvido bastante do amor - só acho bonito nas letras da Marina Lima e da Adriana Calcanhotto ou nas poesias do Vinicius de Moraes) deixando tudo mais divertido (ou não!). Eu fui um dos responsáveis por esse romance (já me disseram que romance se escreve assim: românce. Quis voar no pescoço da pessoa.) ter início. Não que eu tenha vestido minhas asas e empunhado arco e a flecha à lá cupido, mas sem um empurrãozinho esses dois continuariam separados (confesso que talvez eu até achasse bem melhor, mas esse é um critério que talvez eu entre apenas no terceiro capítulo).
Sra. Y e Sr. S são duas pessoas opostas que juntas se tornam insuportáveis! Ele já é insuportável por si só e ela consegue entrar no jogo dele. Certa vez fomos todos jantar juntos num restaurante ali em Moema, a convite de uma colega de trabalho minha. Chegamos eu e minha colega e 10 minutos depois estava a Sra. Y no local marcado. Esperamos o Sr. S chegar para pedirmos, mas nada dele. 1 hora e meia depois o Sr. S aparece dizendo ter passado na casa de um amigo e acabou por perder a hora. Primeira falta da noite! Nos sentamos e começamos a conversar. Eu e minha colega tentávamos manter uma conversa agradável com a Sra. Y quando o Sr. S fez questão de soltar um de seus estrondosos, agudos, irritantes e desnecessários gritos avisando que o garçom estava demorando com nossa comida. Eu, muito educado que sou, mandei-o calar a boca ou ir embora. Muito educadamente ele se levantou e foi-se embora arrastando a Sra. Y com ele. Ficamos minha colega e eu conversando sobre Nelson Rodrigues e ermanando (ou irmanando? ou os dois?) o que havia acontecido com alguns textos do Nelson.
Vou pegar um pouco de água, depois eu volto, ou não.
Cá estou de volta. Resolvi que vou fechar o parágrafo com a citação do Nelson Rodrigues. É muito fino e culto mostrar que conhecemos Nelson Rodrigues.
Será que eu posso ficar pulando de um parágrafo a outro sem começar ou terminar um raciocínio? Fica a questão para Gisele me responder.
A cena deplorável do restaurante foi só um dos pontos baixos da convivência com Sr. S (esse parênteses será aberto apenas para que eu possa dar um ponto final na frase sem que fique estranho). Sra. Y deixou de ser a pessoa transgressora e guerreira de outrora. Pena. É por isso que eu condeno namoros como esse. Por isso e porque eu não costumo cultivar grandes namoros. O último que consegui cultivar foi com a Srta. H, mas não falarei dela neste capítulo (talvez fale no segundo ou no terceiro, mas a probabilidade - certo? - é de que eu realmente não fale dela! Não por não ser importante, mas porque eu não quero mesmo).
Minhas brigas com a Sra. Y estão se tornando cada vez mais constantes e nós sabemos o porque (será que esse porque se escreve assim: porquê? Acho que sim. Na dúvida deixo os dois). Apesar de ela saber que eu a ajudarei em suas crises pelo simples fato de eu querer bem a ela, ela também sabe que se o Sr. S for para a puta que pariu eu não farei questão de me despedir ou dár-lhe - certo? - uma passagem de volta.
Não sei bem como fechar esse capítulo, gostaria de fechar deixando uma boa impressão da Sra. Y, mas acho que fiz tão bem sua caveira por aqui que nem eu tenho mais essa vontade (o que me lembra um poema do Ferreira Gullar onde ele cita suas duas partes. Acho que se chama "Traduzir-se"). Minhas duas partes estão divididas: Uma a quer bem e outra a quer longe... mas há uma terceira parte que a quer perto. Pronto! Ótima maneira de se fechar um capítulo.

PS: Acabo de achar um nome para esse capítulo. Se chamará "Capítulo I", não por flata de inspiração, mas por falta de um outro melhor. Talvez eu tenha me inspirado bastante no José de Alencar ao descrever Peri e Ceci em "O Guarani", ou Machado de Assim ao falar de seu "Dom Casmurro", ou até mesmo na Fernanda Young ou na Gisele Lemos. Mas não tem problema, os três primeiros eu sei que não lerão nada que eu escrever aqui. Dois porque estão mortos e uma porque não tem paciência. Talvez Gisele leia, talvez não. Será que alguém vai ler o que está escrito aqui? Bom, se lerem - certo? - e acharem algum erro ortográfico ou de digitação me avisem, porque não vou reler.
No "Capítulo II" (se é que vou chamá-lo assim) pretendo falar de R e M... talvez fale da Srta. H, mas acho que não. Agora ja são altas horas da madrugada e eu pretendo ir dormir.
Até o próximo capítulo.

Nelson Rodrigues


Essa noite ouvi palavras que me enojaram profundamente! Todo o pingo de admiração que eu poderia ter simplesmente sumiu diante de tanta covardia. Para acalmar meus ânimos só mesmo Nelson Rodrigues e suas tiradas incríveis! Achei isso e resolvi que deveria estar aqui. Um dos escritores mais transgressosres da história... um ídolo!

_Mas escuta: Eu estava no quarto com uma mulher e, nisso, chega o marido com a polícia. Em conclusão, arrombaram a porta. A mulher, nuazinha, negou até o fim. Sabe que o marido ficou na dúvida, o comissário ficou na dúvida e até eu fiquei na dúvida? Meu anjo, da próxima vez, nega, o golpe é negar!

domingo, 13 de setembro de 2009

Madonna apresenta Janet Jackson no VMA


Hoje acontece o VMA, a premiação americana que deu origem ao MVB. A festa será em homenagem a Michael Jackson (1958-2009) e contará com uma homangem ao falecido rei do pop, prestada por sua irmã Janet Jackson. Muito se especulava de que Madonna prestaria essa homenagem ou faria alguma apresentação revisitando seus 26 anos de carreira (para assim divulgar o lançamento da coletânea Celebration). Mas a verdade é que Madonna apresentará a performance de Janet na premiação. A rainha do pop deverá falar algumas palavras em homangem ao falecido rei do pop e nada mais. Pena.
Especula-se também que Madonna participará do show em homangem a Michael Jackson, que acontecerá ainda neste mês de setembro em Viena. Aguardar...

Capa e faixas de "Encanteira", novo Cd de Maria


Canção de Paulo César Pinheiro lançada por Gloria Bomfim em 2007 no disco Santo e Orixá, "Encanteira" dá nome a outro dos dois discos que Maria Bethânia lança no dia 05 de outubro pela gravadora Biscoito Fino. Encanteira (capa) é o disco onde Bethânia louva a fé e a festa da fé. O baiano Roque Ferreira é o compositor que mais assina as faixas deste disco que compila 12 músicas em 11 faixas (Roque assina 4 das 11 faixas). Assim como Tua, este disco estará disponível para audição e download legalizado no site Sonora, no Portal Terra. O disco também traz a faixa "Saudade Dela", parceria de Roberto Mendes e Nizaldo Costa, que conta com a participação de Caetano Veloso e Gilberto Gil. A faixa é uma homenagem a Dona Edith do Prado, falecida neste ano de 2009. Eis as 11 faixas que compõem o disco (gravado pelo selo de Bethânia, Quitanda, e lançado pela Biscoito Fino):

1- Santa Bárbara (Roque Ferreira)
2- Feita na Bahia (Roque Ferreira)
3- Coroa do Mar (Roque Ferreira)
4- Encanteira (Paulo César Pinheiro)
5- Saudade Dela (Roberto Mendes/ Nilzo Costa) - com: Caetano Veloso e Gilberto Gil
6- Linha do Caboclo (Paulo César Pinheiro/ Pedro Amorim)
7- Estrela (Vander Lee)
8- Minha Rede (Roque Ferreira)
9- Doce Viola (Jaime Alem)
10- Ê Senhora (Vanessa da Mata)/ Batatinha Roxa (Domínio Público - adaptação: Roberto Mendes)
11- Sete Trovoadas (Consuelo de Paula/ Etel Frota/ Rubens Nogueira)

A capa e as faixas de "Tua", novo Cd de Bethânia


Taí a capa de um dos dois novos discos que Maria Bethânia lançará em outubro. Tua é um disco pautado em canções românticas, a maioria são baladas. A faixa-título é composição de Adriana Calcanhotto. Outra canção que também faz parte do disco (que alinha 14 músicas em 11 faixas e conta com a participação de Lenine em "Saudade" de Chico César e Moska) é "Até o Fim", parceria de Arnaldo Antunes com Cézar Mendes. O disco vai estar disponível para audição e download legalizado no site Sonoras, do Portal Terra, a partir de 15 de setembro. O disco chega às lojas em 05 de outubro com edição da Biscoito Fino. Eis as 11 faixas do disco:

1- E o Amor Outra Vez (Dori Caymmi/ Paulo César Pinheiro)
2- Tua (Adriana Calcanhotto)
3- A Mão do Amor (Roque Ferreira)/ O Que eu não Conheço (Jorge Vercillo/ J. Velloso)
4- Até o Fim (Cézar Mendes/ Arnaldo Antunes)
5- Remanso (Aldir Blanc/ Moacyr Luz)
6- Fonte (Saul Barbosa/ Jorge Portugal)
7- Dama, Valete e Rei (Bill Far)/ Você Perdeu (Márcio Barbosa/ Nélio Rosa)
8- Guariatã (Roque Ferreira)
9- Saudade (Chico César/ Moska) - com: Lenine
10- Lamentação (Mauro Duarte)/ O Nunca Mais (Roberto Mendes/ Capinam)
11- Domingo (Roque Ferreira)

sábado, 12 de setembro de 2009

Os 10 motivos para Fernanda Young posar nua!


Ontem (11/ 09/ 09), Fernanda Young postou em seu Twitter 10 motivos para ela posar nua na revista Playboy. A roteirista e escritora será a capa da revista do mês de outubro ou novembro. Eis os 10 motivos da escritora:

1-) Salvar o erotismo das mãos da breguice;
2-) Não devo nada a ninguém;
3-) Em alguns lugares do mundo, mulheres ainda são obrigadas a tampar seus corpos;
4-) Vingança pura e simples;
5-) Nos meus livros, eu me exponho mil vezes mais;

6-) Vou fazer 40 anos ano que vem;
7-) Irritar a minha mãe;

8-) Estou me lixando para o que os idiotas vão achar;

9-) É a primeira vez na história que a coelhinha da Playboy tem 8 romances publicados;

10-) Não existem ex-BBBs suficientes (aleluia).

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Hoje tem Bethânia em "Caminho das Índias".


Hoje será exibido pela Rede Globo de televisão o último episódio do folhetim Caminho das Índias, de Glória Perez e, além do acontecimentos e o desenrolar da trama, o episódio trará mais uma surpresa. A abelha rainha Maria Bethânia aparecerá no último capítulo da novela (a foto acima é da participação da cantora na novela). Pois é, people! Você que apostou na loteria, acha que vai encontrar com a Madonna na balada e vai dançar muito com ela, acha que pode dar uns "pegas" no Rodrigo Santoro ou na Angelina Jolie um dia desses... não perca a esperança! Afinal Maria Bethânia aparecer na TV, numa novela e ainda cantando (ela cantará "O Que é O Que é" do Gonzaguinha) é realmente dica dos tempos de Ganesha! haha. As cenas irão ao ar hoje às 21h. NÃO PERCAM (eu não perderei)!

O "11 de Setembro"


Eu poderia escrever um texto quilométrico sobre o aniversário do atentado cometido às Torres Gêmeas no ano de 2001, atentado esse que hoje - 11 de setembro - comemora 8 anos. E até estava me preparando para esse texto. O comecei, fui até a metade e o encerrei e, para finalizar, o deletei! Essa data não merece um grande texto, ao menos não depois das palavras de Amandinha via twitter. De acordo com ela o atentado do 11 de setembro é lembrado, mas ninguém lembra ou lamenta os atentados feitos pelos EUA durante a maldita ditadura dos Bush! Portanto com ou sem Obama, o 11 de setembro não terá um texto... mas merece ser lembrado!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Zélia apresenta o sabor de seu show no Tatuapé


Zélia Duncan apresentará seu show Pelo Sabor do Gesto no dia 27 de setembro às 17h na Praça de Eventos do Shopping Metrô Tatuapé, em São Paulo. Dentro do projeto Domingo Musical, Zélia se apresentará após a banda Pato Fu. Ambos os eventos do Domingo Musical são gratuitos.

Calcanhotto lança novo projeto de Partimpim


Sob o heterônimo de Partimpim, Adriana Calcanhotto pretende lançar ainda neste ano de 2009 mais um disco voltado para o público infantil. Projeto iniciado em 2005 com o disco e show Adriana Partimpim e tendo continuação em 2006 com o kit Cd-DVD Adriana Partimpim - O Show, o heterônimo de Calcanhotto ainda poderá render muitos discos infantis, afinal Adriana Partimpim é um heterônimo com obras próprias. O projeto ficou muito popularizado por conter o sucesso radiofônico "Fico Assim sem Você", da dupla Claudinho e Buchecha, mas que estourou na voz de Partimpim.

Bethânia lança um Cd romântico e um sobre a fé


Maria Bethânia lançará no final deste mês de setembro de 2009 dois novos discos (a exemplo do que já fez em 2006 com os discos Pirata e Mar de Sophia). A cantora colocará nas lojas dois discos temáticos, um romântico e outro sobre fé. Tua, a canção de Adriana Calcanhotto que dá nome ao disco, tem o romance como tema e terá canções como "Da Saudade" (Chico César e Moska), "O Que eu não Conheço" (Jorge Vercillo e J. Velloso) e "É o Amor Outra Vez" (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro). "Você pra Mim", canção de Guilherme Arantes, também foi cotada para entrar no disco, mas ficou de fora da seleção final. Já Encanteira é o disco com temática de fé. A canção-título de Paulo César Pinheiro é uma homenagem ao candomblé, já lançada em 2007 por Gloria Bomfim. Tua e Encanteira já darão origem a um show (ainda sem título divulgado) com estréia agendada para o dia 16 de outubro no Canecão (RJ).

domingo, 6 de setembro de 2009

Vá pra Puta que Pariu


Quando te mandarem ir a Puta que Pariu você simplesmente vá até Belo Horizonte, pegue uma ônibus até Juiz de Fora, vá até Mariana e, de lá, pegue um ônibus que te deixará na exótica e pequena cidade de Puta que Pariu, no interiorzinho de Minas Gerais.

AI, MEUS SAIS!

FELIZ DIA DO SEXO!



sábado, 5 de setembro de 2009

Debutante, Lemos lança "Uma Viagem Além da Porta"


Jornalista, atriz e agora escritora, a mineira Gisele Lemos debuta no mercado literário Uma Viagem Além da Porta (capa ao lado). Humor, inteligência e muito bom gosto, todos presentes numa compilação de crônicas escritas entre 2004 e 2009 e publicadas por insistência da amiga, a poeta Alícia Maria. Gisele nasceu na cidade de Belo Horizonte, mas já morou no Rio de Janeiro e em Nova York, cursou jornalismo na PUC Minas e artes cênicas na Faculdade do Rio de Janeiro e no conceituado The Lee Strasberg Theatre Institute, em Nova York. Já atuou em espetáculos como Arlequim Ainda não Morreu por Colombina, Rapunzel, O Noviço e Sangue e Laquê. Marcos Alvisi, um dos conceituados diretores que já teve a função de dirigir Gisele em cena, descreve Uma Viagem Além da Porta da seguinte forma:

"São crônicas na qual a autora espia, com humor, e certa dose de lirismo, seus personagens pelo buraco da fechadura. Entre seres fictícios e reais, Gisele vai construindo seu mundo, ou melhor: sua visão de mundo, aliás, extraordinariamente genuína. Suas palavras ecoam através de Shirlene Pires, porém, são palavras às vezes ásperas, porque sua vontade principalíssima era misturar-se com seus personagens na urdidura de suas tramas indo às últimas conseqüências em suas angústias, alegrias e especialmente inquietações. Entretanto, a autora sabe que se isso fizesse, poderia se perder nesse caleidoscópio multicolor, em que os personagens giram vertiginosamente coloridos e encharcados por fortes pinceladas, oferecendo-nos amplos relevos, entre luzes e sombras, abarrotados de dúvidas tão inquietantes quanto às criaturas e situações que descreve"

Uma Viagem Além da Porta chega às livrarias pela editora Mazza e tem lançamento agendado para 29 de setembro, com direito a noite de autógrafos da autora na Academia Mineira de Letras às 18h. NÃO PERCAM!