quarta-feira, 15 de abril de 2009

Rita figura em trilha de novela com música de 88


"Cecy Bom", a versão de Rita Lee para a valsa francesa "C' est si Bon" de André Hornez e Henri Betti, é uma das canções que figuram na trilha do novo folhetim do horário das 19:00h da rede globo Caras e Bocas. Gravada por Rita em 1988 no disco Zona Zen, a canção é um dos belos lados B da carreira da rockeira.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Os Devaneios de Miss Sunshine: Mergulhando no Infinito


Mergulhar é tão bom não é mesmo? Sentir a água em nossos corpos, remete-nos a uma sensação de liberdade, de paz, de purificação...

E quando mergulhamos no infinito do nosso eu? O que se sucede em nossas mentes?

Perdemo-nos nos vãos de nossos mais profundos e particulares pensamentos...vamos a um lugar aonde tudo pode acontecer...

Em nossas mentes o infinito pode manifestar-se de diversas formas, depende do que você é, da sua personalidade, da sua capacidade de encontro consigo mesmo (a).

Confesso que adoro perder-me no infinito de meus pensamentos...passar minutos,horas, em um encontro comigo e com meus devaneios..."sonhar acordada" como chamam por aí...

É tão bom ter esse encontro... Dá-nos ânimo, forças e, faz nós nos entendermos melhor.É como um estudo de si mesmo, uma auto-análise.

E melhor ainda é mergulhar nesse infinito cercada de pessoas, expor seus delírios, suas dúvidas, suas alegrias, tristezas, enfim, seu universo em particular, que, ao lado de outras pessoas, torna-se um livro aberto.

Assim será comigo daqui para frente, não sei por quanto tempo, por quantos meses, por quantos anos...Estou embarcando em uma viagem muito promissora, uma expedição aos limites de minha mente, e as mentes humanas em geral...falando sobre aquilo que gosto - ou não- e que me aproxima do restante do mundo.

Já preparei a minha mala, sim, somente uma mala, porque nessa viagem não é preciso roupa,ao contrário, é preciso despir-se e deixar apenas a sua alma guiar a você...

Estou entrando numa viagem ao meu, ao seu, ao nosso guia de destino, o que é "Infinitivamente Pessoal" e pertencerá apenas a quem conseguir chegar lá!


Miss Sunshine.

Jô estréia coluna no "Infinitivamente Pessoal"!


Uma das mentes mais brilhantes da minha geração adolescente, Jorcemara Lima ganhará um espaço no Infinitivamente Pessoal. Jornalista e, agora, colunista, Jô falará de tudo o que lhe der na telha, tendo total espaço e liberdade dentro deste blog. Seu espaço se dividirá entre segunda-feira e sexta-feira com as colunas Devaneios de Miss Sunshine e a Poltrona da Jô, trazendo entrevistas e artigos. Com o pseudônimo de Miss Sunshine, a jornalista (residente em Salvador - BA) trará sua visão de mundo para nossos olhos atentos. Hoje acontece sua estréia... nós abrimos os braços e fazemos um país.

Beatriz traduz Tatazinha com classe e singeleza


Opinião de show
Título: Tatazinha World Tour
Artista: Beatriz Carvalho
Local: Teatro do Sesc Pinheiros - São Paulo
Data: 12 de abril de 2009
Cotação: *** 1/2

"O show está só começando! Quem disse que ele vai acabar se engannou feio!" saudou Beatriz Carvalho na estréia paulista de sua nova turnê. Tatazinha World Tour pode não apresentar a mesma força de sua antecessora, Bia Tropical (2006), nem todo o universo bossanovista de Jobins em Único Tom (2004), mas, mesmo assim, é um dos melhores shows da carreira de Beatriz.
Pouco conhecida pelo cenário popular brasileiro (mas muito cultuada na cena indie inglês), Beatriz Carvalho, apesar de brasileira, pouco vem ao Brasil mas, desta vez, veio pra ficar. Estreada em março, a turnê Tatazinha (com título inspirado na estudante Thaís Rocha Canal Ciancci) traz uma Beatriz mais singela e mais classuda, desde a bela abertura à capella com
"Minha Missão" (Zé Nogueira) até a releitura classuda de "Capim" (Djavan - releitura feita apenas ao som do violão de Eduardo Costa), Beatriz mostrou que muito evoluiu.
Após bela abertura, Beatriz entoa em forte rock a canção
"Tem Gente com Fome", número pontuado pela forte guitarra de Pedro G. e pela bateria de Bodão. Entre tiradas inteligentes sobre a política brasileira ("não sei como vocês aguentam, se fosse eu já tinha saído nas ruas queimando sutiã e clamando por diretas, pera aí, isso já aconteceu, não é? Nossa, tô a muito tempo fora do Brasil") e afagos amorosos ao país tropical ("não existe país como aqui! se existir, é fake"), Beatriz soube reformar o roteiro que estreou capenga em Juiz de Fora. Inteligente ao trocar o partido alto "Purifica" (Arnaldo Brandão Paes) pela balada "Céu e Mar" de sua própria autoria, a cantora atingiu o ápice do show, arrancando aplausos efusivos da pplatéia por 5 minutos.
Entre números românticos (
"Qual o Nome do Amor?"), políticos ("Vencer, Viver e Lutar") e tema regional ("Beleza Natural"), Beatriz consegue costurar bem o roteiro de Tatazinha de modo que valorize sua voz, sua banda e, o mais importante, seu repertório. Um dos pontos mais altos do show, o medley que une as canções "Doce" (Mariana Freitas), "Faz Tempo" (Bruno Cavalcanti) e "Todo o Meu Ouro" (canção da - boa - lavra do Kid Abelha) ganhou destaque pelo pandeiro de Ricardo Guimarães, introduzido na batida pop das canções. Beatriz se mostra antenada na música, revivendo canção pouco conhecida de Erasmo Carlos lançada em 2001 no disco Pra Falar de Amor, a canção "Quem vai Ficar no Gol?" ganhou novos ares, deixando-a mais contemporânea. O singelo show conta com apena sum momento destoante, que é quando a cantora se dá ao luxo de interpretar medley de "Nossos Momentos" com "Iluminada", tentando reeditar a leveza de Maria Bethânia ao interpretar as canções em seu show Tempo, Tempo, Tempo, Tempo (2005). O show é encerrado (antes do BIS) ao som da valsa "Sabiá" de Tom Jobim e Chico Buarque. A cantora sai de cena em cena que demonstra a época ditadorial brasileira. Puro teatro.
O BIS é dado ao som da singela
"Minha Flor, Meu Bebê" entoada pela cantora, solitária com seu violão, o rock "T-Ha" (canção de Bruno Cavalcanti lançada por Marienne Souza em seu show Paixão) e, finalizando ao som da balada "O que há Agora Além do Céu?".
Classuda, singela e bem costurada, Tatazinha é uma tour que merece levar a assinatura de Beatriz (que dirige o show). Peça fundamental nas noites.

Bebel prepara quarto álbum em estúdio de Bown


Bebel Gilberto já prepara seu quarto álbum. O sucessor de Momento (2007) teve algumas faixas gravadas no estúdio caseiro de Carlinhos Brown, em Salvador (BA), com a produção do próprio tribalista. Uma das faixas gravadas no álbum é "Acabou Chorare", a mítica canção que dava nome ao disco de 1972 do grupo Novos Baianos. Em março de 2008, Bebel Gilberto já tinha ido ao Rio de Janeiro para registrar, sigilosamente, algumas faixas de seu novo disco. As faixas foram gravadas ao lados dos guitarristas Davi Moraes e Pedro Baby. O disco ainda não tem data certa de lançamento nem nome divulgado.

Rita participa do novo cd de Wanessa Camargo


Em entrevista a rádio Transamérica, a cantora Wanessa Camargo confirmou que seu próximo disco, com lançamento previsto para maio deste ano de 2009, contará com a participação especial de Rita Lee (em foto ao lado da filha de Zezé di Camargo na segunda passagem da turnê Picnic por São Paulo, clicada por Rogério Stella). O dueto acontecerá na canção "Coisas da Vida", lançada por Rita em 1976 no disco Entradas e Bandeiras e, no início da canção, uma bênção da "santa". Além de Rita, o disco contará também com a participação do rapper Ja Rule na canção bilíngue "Fly/ Meu Momento", seguindo a fórmula de Vanessa da Mata que, em 2006, duetou com o cantor norte-americano Ben Harper no hit "Boa Sorte/ Good Luck". No disco, ainda estarão presentes nomes como Falcão, vocalista do grupo O Rappa, que produz a faixa "Gosto Tanto" (Maninho). A produção do disco fica por conta do DJ Deeplick, o qual já produziu remixes de canções de Seu Jorge, Marisa Monte, Vanessa da Mata, Rita Lee, Kid Abelha dentre outros.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Revista Joungle entrevista Bruno Cavalcanti


A revista Joungle (típica revista paulistana publicada e distribuida entre as bancas de bairros nobres como Morumbi, Jardins e Moema) me entrevistou via e-mail na noite de 09 de abril de 2009. A revista chegará às bancas dia 13 de abril. Vejam exclusivamente aqui a entrevista completa (sem as fotos).


Bruno Cavalcanti em entrevista à revista Joungle SP.

Ele está prestes a estrear uma nova peça, faz dança, teatro e música, dirige, produz e escreve. Ele duvida de grandes amores e não acredita em felizes para sempre.



Joungle: Aos 15 anos de idade você já fez dança, teatro, música e muito mais. O que te levou a ser um adolescente tão ligado a arte, quando hoje em dia a moda e ficar na frente do computador, etc.?


Bruno Cavalcanti: Eu adoro a arte, seja ela qual for! Eu não sei desenhar e isso é uma coisa que sempre me frustrou porque adoro pinturas e desenhos, mas amo ainda mais a música, que é uma coisa a qual eu também nunca me dediquei muito. O teatro e a dança vieram como uma conseqüência da música, porque eu nunca tive coragem de entrar numa aula de canto ou violão, mas eu amo a arte incondicionalmente! Claro, não posso dizer que não fico sentado na frente do computador, seja mexendo no orkut, no myspace, em blogs e afins, mas não sou um daqueles que passa 5 horas sentado sem nada pra fazer, sempre procuro estar escrevendo, lendo, etc.



J: Por que medo de fazer música?


BC: Porque a música sempre foi estereotipada como um passa tempo de vagabundos, e meus pais nunca incentivaram minha arte, seja ela qual for. Mas eu sempre tive medo de fazer música, até hoje tenho! O teatro e a dança são menos estereotipados.



J: Entre dança e teatro o que você mais gosta de fazer?


BC: É muito complicado escolher uma única modalidade na arte. Cada uma delas se completa! É necessário de teatro para se dançar e é necessário um gingado para poder fazer teatro. A ginga que o teatro necessita vem da dança! Eu faço dança contemporânea então fica mais simples poder soltar o corpo e até a atitude muda. Não posso, não consigo escolher.



J: Aos 15 anos, claro que você deve ter amores, namoros, etc. Como você divide esse trabalho com a arte de coisas mais pessoais como amores?


BC: Eu duvido de grandes amores e não acredito num “felizes para sempre”. O meu verdadeiro prazer não é namorar, acho que namorar muitas vezes chega a ser uma perda de tempo, ao menos do meu tempo. Eu faço teatro, dança, música, escrevo, tudo isso é um prazer pra mim! Um prazer muito melhor que um beijo na boca frio e um falso amor. A Marina Lima diz numa canção que “um só sempre é demais pra seres como nós, sujeitos a jogar as fichas todas de uma vez sem temer naufragar”. Eu temo esse naufrágio até hoje... Na realidade sou um naufrago nessa história de amor. Eu acho mais interessante essa solidão, seja ela voluntária ou não! Sobra mais tempo pra mim!



J: Você não acha que esse pensamento é um pouco amargo demais?


BC: Não! Eu acho que é o modo que eu penso, visto que eu cansei de amar! Amar cansa muito, leva muito do seu tempo, da sua energia e de seus pensamentos. Uma coisa que tira tanto de você e por vezes devolve tão pouco não pode ser tão bom!



J: Você é uma pessoa ciumenta? Sabe lhe dar bem com o ciúme?


BC: Ciumento eu sou, mas sempre soube lhe dar muito bem com esse ciúme, com exceção de amizades! Eu tenho muito ciúme de amigas minhas, não sei de onde vem, mas tenho! O ciúme alheio eu também sei lhe dar muito bem. Acho que o ciúme só surge realmente quando é provocado, portanto eu não provoco. Mas um pouquinho de ciúme sempre é bom, quando bem dosado (risos).



J: Você citou uma música da Marina Lima, da qual você é muito fã certo?


BC: Certíssimo! Eu adoro a Marina! Adoro a cantora e a pessoa.



J: Como você passou a ouvi-la?


BC: Eu me tornei fã da Rita Lee e, a partir da Rita, fui conhecendo outros artistas e um que eu conheci foi o Erasmo Carlos. O Erasmo tem uma canção chamada “Mesmo que Seja Eu” e a Marina a gravou. Quando eu ouvi fiquei louco, pirei e fui atrás, conheci outras coisas, mas só quando ouvi o “Acústico Mtv” dela fiquei viciado! A voz grave, as músicas, os arranjos, o modo como ela abordava o amor, o sexo e tudo o mais! Nossa, foi amor à primeira ouvida.



J: O que você gosta de ouvir?


BC: Nossa, é tanta coisa. Eu sou fascinado por jazz, soul, música pop, música eletrônica, rock, blues, MPB, bossa nova... Eu gosto de ouvir o que me faz bem! Há momentos em que eu necessito ouvir o som da Diana Krall, outros momentos eu estou dançando ao som da Madonna ou da Britney Spears, depois eu fujo para a voz da Elis, ou então para todo o apetrecho eletrônico usado ultimamente pela Marina, ou pro rock da Rita, pra Amy Winehouse, o violão do João Gilberto, o piano do meu maestro soberano Tom Jobim, o som do Radiohead que eu passei a adorar... É muita coisa! Nos últimos tempos tenho ouvido muito Marina Lima, todos os discos da década de 90 pra cá.



J: Filmes. Você costuma ir muito ao cinema?


BC: Muito difícil! Assisto a poucos filmes, muitas vezes apenas pela TV, na HBO, na Sony, Fox, Warner ou até mesmo na Globo, mas ir ao cinema tornou-se um passa tempo meio sem espaço na minha agenda.



J: Agora vamos falar de suas peças, o que você pretende fazer?


BC: Em junho eu estréio uma nova peça, chama-se “Rascunhos”. Eu estou com uma nova companhia de teatro agora, a CIA das Artes Monteiro Lobato, são ótimos! A peça é do nosso diretor, o Mário José Cutolo que também atua. Há também o meu espetáculo de dança, o “Formas Poéticas” que está sendo produzido pela CIA Druw. A Miriam Druwe (coreógrafa, bailarina e diretora) é a responsável por essa minha incursão no mundo da dança. Esse espetáculo ainda volta a ser apresentado neste ano de 2009 com algumas mudanças no elenco, mas estamos aguardando.



J: Ele foi gravado em DVD, não foi?


BC: Foi gravado pela Miriam, sim, mas ainda está em fase de produção. Ainda não temos uma data de lançamento nem sabemos se ele será comercializado, pois não temos patrocínio.



J: Você também escreve, não é?


BC: Escrevo. Eu tenho um blog, chama-se “Infinitivamente Pessoal” e lá eu falo de todas as loucuras que pairam na minha cabeça.



J: Qual a sua relação com a escrita?


BC: É bem pouco definida. Eu escrevo contos, poemas, crônicas e letras de música, mas não é algo que eu faço como o teatro ou a dança, é mais um passa tempo. Eu tinha uma amiga, chama-se Janaína Moreno, quando nos falávamos ela adorava meus textos, mas eu raramente mostro para alguém, é algo que fica comigo.



J: O que você escreve no seu blog?


BC: Eu escrevo minhas opiniões sobre as coisas, escrevo notícias sobre música, de vez em quando publico um ou outro texto, mas é bem raro.



J: Para encerrar, quais seus próximos projetos?


BC: Nossa, o futuro me reserva muitas surpresas (risos). Primeiro eu vou estrear a peça “Rascunhos”, depois vou me lançar como escritor e diretor com a peça “As Passagens” que é minha, apesar de que não é a primeira vez que eu escrevo ou dirijo, mas é a primeira vez que faço as duas coisas. Tô preparando um livro, mas isto ainda é um projeto pro final do ano que vem. Ele vai ser uma compilação de poemas, contos, letras de música, tudo isso unido aos poemas da Huanna Macedo que é uma outra escritora, uma poetisa, maravilhosa. Quero trabalhar mais com música, acho que sempre explorei muito pouco a música, quero saber se tenho o dom! E espero muito sucesso, simplesmente isso!


quarta-feira, 8 de abril de 2009

Calcanhotto é a rainha dos baixinhos.


Parece que Adriana Calcanhotto ainda colhe os bons frutos plantados em seu disco Adriana Partimpim (2004), com repertório voltado para as crianças. Em pesquisa feita pelo selo carioca TCA Music com crianças do sul, sudeste e parte do nordeste do Brasil, o disco que mais chamou a atenção do público infantil foi justamente o de Calcanhotto. As crianças ouviram, cada uma, duas faixas dos discos Adriana Partimpim (Adriana Calcanhotto), A Casa Amarela (Ivete Sangalo e Saulo Fernandes), Xuxa só Para Baixinhos vol. 2 (Xuxa) e Forró pras Crianças (Vários). Eis a lista (em ordem) da preferência das crianças:


1- Adriana Partimpim (Adriana Calcanhotto) - 45%

2- Xuxa só para Baixinhos vol. 2 (Xuxa) - 30%

3- Forró pras Crianças (Vários) - 15%

4- A Casa Amarela (Ivete Sangalo e Saulo Fernandes) - 10%

terça-feira, 7 de abril de 2009

Luiza assina seis canções do quinto disco.


Cantora e, agora, compositora, Luiza Possi é a co-autora de 6 canções de seu novo disco Bons Ventos Sempre Chegam ao lado de Dudu Falcão. O disco, que chega as lojas entre o final de abril e início de maio de 2009, sai via LGK Music e contará com a participação de Lokua Akanza. Uma das inéditas, "Eu Espero", já veio sendo apresentada em seus shows ao longo de 2008 e em alta rotação nas rádios de todo o país. Uma das canções do novo disco chama-se "Minha Mãe", feita por Luiza com Falcão.

"Canções" de Bethânia é reeditado em DVD.


Enquanto a gravadora Biscoito Fino não coloca nas lojas o registro em DVD do show Dentro do Mar tem Rio, a Universal Music lança em DVD a reedição do VHS e especial de TV Maria Bethânia Ao Vivo. O DVD é um registro oficial do show As Canções que Você Fez pra Mim, show apresentado por Bethânia em 1994 calcado no repertório do disco homônimo em que a abelha rainha interpretava o cancioneiro de Roberto e Erasmo Carlos. O projeto sai ainda no primeiro semestre de 2009.

Mutantes gravam inéditas de Ben Jor e Erasmo


Em seu primeiro Cd em estúdio desde 1974 (Tudo foi Feito Pelo Sol - já sem Rita Lee nos vocais), o grupo Os Mutantes gravará canções inéditas de Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos. "O Careca" é a inédita de Ben Jor que presenteou o grupo em 1968 com a canção "A Minha Menina", e "Singing the Blue", a parceiria inédita de Erasmo Carlos com Bia Mendez (atual vocalista do grupo). O repertório também inclui sete parceirias de Arnaldo Baptista (o guitarrista do grupo) com Tom Zé. "Anagrama", "Samba de Fidel" e "Dois Mil e Agarraum" são algumas delas. O disco sai até fim de 2009.

Segunda parceiria de Chico e Ivan na voz de Simone


Gravada por Leila Pinheiro em seu disco Nos Horizontes do Mundo (2005), "Renata Maria" é a primeira parceiria de Ivan Lins com Chico Buarque. Ao que tudo indica a parceiria terá continuidade. Acontece que Simone pretende entrar no estúdio em junho para registrar o Cd de inéditas que vai lançar pela Biscoito Fino até o final deste ano. Parece que a Cigarra encomendou uma canção com a dupla para seu novo álbum. Outros compositores cogitados para fazerem parte do álbum são Chico César e Zeca Baleiro.

domingo, 5 de abril de 2009

Repertório da gravação do DVD de Roberta.


No dia 03 de abril, Roberta Sá registrou em DVD seu show Que Belo Estranho Dia pra se Ter Alegria em show na casa Vivo Rio (RJ). O show contou com as participações de Pedro Luís (voz e cavaquinho em "Girando na Renda"), Hamilton Holinda (cavaquinho em "Novo Amor") e Marcelo D2 (voz em "Samba do Balanço"). Há também "Agora Sim" (boa inédita apresentada na reestréia do show, agora, maior). O show rebobina o repertório de seus dois discos Braseiro (2005) e Que Belo Estranho Dia pra se Ter Alegria (2007).

Eis o roteiro do show (basicamente o mesmo apresentado na turnê):

1- O Pedido
2- Alô Fevereiro!
3- Eu Sambo Mesmo
4- Interessa?
5- A Vizinha do Lado
6- Cicatrizes
7- Casa Pré-Fabricada
8- Janeiros
9- Mais Alguém
10- Cansei de Esperar Você
11- Belo e Estranho Dia de Amanhã
12- Samba de um Minuto
13- Agora Sim (INÉDITA)
14- Samba de Amor e Ódio
15- Pelas Tabelas
16- Fogo e Gasolina
17- Ah, se Eu Vou
18- Girando na Renda - com Pedro Luís
19- Laranjeira

BIS:

20- Novo Amor - com Hamilton de Holanda
21- No Braseiro
22- Samba do Balanço - com Marcelo D2

Zizi lança "Cantos e Contos" em junho.


Em postagem no seu blog oficial, Zizi Possi informou que o projeto Cantos e Contos (o show apresentado no ano passado em São Paulo na casa Tom Jazz e registrado em Cd e DVD com a participação de vários convidados diferentes) já tem prévia data de lançamento. O projeto deve chegar às lojas no mês de junho pela Biscoito Fino. Entre os convidados (cada um em uma noite) estiveram Alcione, João Bosco, Luiza Possi, Eduardo Dusek, Ana Carolina, Edu Lobo, Roberto Menescal, Alceu Valença, Ivan Lins e Toninho Ferragutti. Houveram também dois shows com repertório específico, um voltado para o cancioneiro italiano (Anema e Core) e outro para o samba (O Samba da Minha Terra).

sábado, 4 de abril de 2009

You're my Thrill

Vallen regrava DVD no Vivo Rio.


No dia 14 de Março o cantor Ricky Vallen gravou em show no Canecão (Rio de Janeiro) Cd e DVD ao vivo. O cantor parece não ter ficado stisfeito com o resultado do projeto e resolveu refazer o registro. A segunda gravação do DVD acontece no dia 23 de Abril, no Vivo Rio (Rio de Janeiro). O show deverá ser o mesmo presentado no Canecão (leia resenha no blog Notas Musicais do jornalista Mauro Ferreira).

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mais Marina: DVD Primórdios


Gravado em novembro de 2006, o DVD que registra o incensado show Primórdios de Marina Lima nunca fora lançado. Por falta de verba e patrocínio, o DVD ficou no forno por tempo indeterminado... isso é, até agora! O trailler do DVD foi divulgado pela produção da cantora, mostrando imagens do show, informações sobre sua carreira e bastidores. Clique em: youtube para assistir o vídeo. O DVD sai em breve.

Universal reedita 14 albúns dos Stones


A gravadora Universal Music vai reeditar, entre maio e junho em três lotes, 14 álbuns da discografia oficial dos Rolling Stones. Os títulos fazem parte da discografia da banda a partir de 1971. Eis os títulos e as datas em que serão lançadas:

Primeiro lote: 04 de maio (conste, meu aniversário haha):

Stincky Fingers (1971)
Goates Hoad Soup (1973)
It's Only Rock and Roll (1974)
Black and Blue (1976)

Segundo lote: 08 de junho:

Some Girls (1978)
Emotional Rescue (1980)
Tattoo You (1981)
Under Cover (1983)

Terceiro lote: 13 de julho:

Dirty Work
(1986)
Steel Wheels (1989)
Voodoo Lounge (1994)
Bridges to Babylon (1997)
A Bigger Band (2005)

Ainda em 2009, a Universal Music lançará, separadamente, o álbum Exaile on Main Street (1972).