sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

DVD de Madonna perpetua com classe o show teatral.


Opinião de DVD
Título: Drowned World Tour
Artista: Madonna
Gravadora: Warner Music
Cotação: ****

A misteriosa capa do DVD que registra a turnê
Drowned World apresentada por Madonna em 2001, traduz bem o espetáculo que trouxe a rainha do pop de volta aos palcos depois de 8 anos sem fazer uma grande turnê, sua última foi a The Girlie Show em 1993.
O DVD registra com beleza o show da cantora, talvez não o melhor nem o pior, mas o maior de sua carreira até então (ano de 2001). O show traz repertório de seus últimos discos, Bedtime Stories (1994), Ray of Light (1998) e Music (2000). Dividido em quatro blocos, cada um com um personagem diferente, o show não economiza em atrativos visuais (todos registrados com perfeição pelas lentes de Hamish Hamilton) como é o caso do jogo de luzes esfuziante na abertura com a bela balada
“Drowned World/ Substitute for Love” e na canção que segue, a “Impressive Instant”, a qual tem como atrativo os dançarinos da cantora, todos fantasiados representando a poluição do mundo moderno. O primeiro bloco, onde Madonna se disfarça de uma punk holandesa funciona bem quando a cantora deixa o humor de lado, como não é o caso da canção “Beautiful Stranger” que, mesmo boa, não é a melhor do bloco, o qual é encerrado com a, na época ainda inédita e nada cansativa, “Ray of Light”. Com um vídeo de “Paradise (Not for Me)” o bloco seguinte, em que Madonna encarna uma gueixa, é introduzido. A primeira canção é “Frozen”, onde a cantora mostra bela performance, encarnando a personagem que tem momento de glória em “Nobody’s Perfect” e que desaparece para dar lugar a uma loura louca que atira em um de seus bailarinos, encerrando o bloco intitulado “Gueixa”. Com um interlude de desenhos japoneses, os famosos animes, Madonna encerra de vez sua parte Japão para dar lugar à sua cowgirl que entra no palco sentada e tocando violão ao som de “I Deserve It”. Para acentuar o lado cowgirl, Madonna doma um touro mecânico em “Human Nature” e faz uma festa country ao seu melhor estilo em “The Funny Song”. Ao encerrar o bloco country e dar vazão a um bloco latino, ao som interlude de “Don’t Cry for me Argentina”, canção interpretada por Madonna ao dar vida à Evita Perón no filme Evita. No maior estilo latino Madonna interpretou em (ótimo) espanhol “Lo Que Siente la Mujer”, o bloco só teve fim quando Madonna encarnou a festeira latina em “La Isla Bonita”. O show é fechado quando Madonna encarna a dançarina rave com o hit “Holiday” e, já no BIS, o sucesso “Music”.
Enfim, belo show teatral perpetuado em belo DVD, que só perde ponto por não conter extras ou legendas e outros idiomas se não o inglês.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Toller seduz e mostra intimidade com seu público em “Nosso”


Opinião de Cd
Título: Nosso
Artista: Paula Toller
Gravadora: Independente/ Microservice
Cotação: ****

Versão em Cd do DVD que registra o belíssimo show solo de Paula Toller, o SóNós, calcado no repertório do Cd homônimo lançado em 2007, o Cd Nosso leva vantagem sobre a versão em estúdio. O pop redondo de Paula soa ainda mais sedutor ao vivo.
Aberto com
“? (O Que é Que eu Sou)” (canção de Erasmo Carlos ofertada à Paula para o SóNós), o disco já mostra a intimidade de Paula com seu público. Na seqüência, o hit “Meu Amor se Mudou pra Lua” faz ecoar a veia pop de Paula que, apesar de intensa, não soou tão forte na canção de abertura. O disco leva grande vantagem sobre sua versão de estúdio por entrelaçar canções do primeiro disco solo de Paula, Derretendo Satélites com canções do grupo Kid Abelha mais as canções de seu último trabalho. O bloco de abertura, todo calcado no repertório do último trabalho é fechado com bela interpretação de “All Over”, com adesão dos vocais de seu guitarrista. Abrindo o leque de seu repertório, Paula tirou de lá boas surpresas como a balada “Oito Anos” (canção inspirada nas perguntas de seu filho Gabriel, quando o mesmo tinha 8 anos, e gravado no seu primeiro disco solo e regravada por Adriana Calcanhotto em seu projeto infantil Partimpim), “Mamãe Coragem” (canção de Caetano Veloso, ótimo achado para unir a canção “Oito Anos” a bela “Barcelona 16”). Em momento ainda mais intimista do disco, quando Paula interpreta o hit do Kid Abelha “Grand’ Hotel” apenas ao som do solitário piano, é quando Paula mostra toda sua (ótima) forma vocal. Mesmo sem o atrativo de visão, números como “Saúde” (em que Paula emenda na canção lançada em 81 por Rita Lee o refrão de “Só Love” da dupla Claudinho e Buchecha) e “... E o Mundo não se Acabou” continuam interessantes. O disco tem ainda a adesão da guitarra de Dado Villa-Lobos em “Pane de Maravilha” (canção do SóNós) e no samba “1.800 Colinas” (samba do repertório de Beth Carvalho gravado por Paula no seu primeiro disco solo), ainda contando com convidados especiais, Paula recebe o compositor norte-americano Kevin Johansen para reproduzir em palco o dueto feito com a cantora no disco, na canção “Glass (I’m so Brazilian)”. Johansen volta ainda no BIS para interpretar ao lado de Paula “Anoche Soñe Contigo”, a versão em espanhol da balada “À Noite Sonhei Contigo”, outra pérola do SóNós. Mesmo temas que, no disco, se mostraram menos sedutores ganharam mais força com arranjos de palco, é o caso das baladas “Você me Ganhou de Presente”, “Um Primeiro Beijo” e “Eu Quero ir pra Rua”. Outro achado dentro do repertório foi a canção “Fly me to the Moon”, o sucesso jazzístico gravado por Paula no Derretendo Satélites, a canção ficou mais bela ao vivo. A bela interpretação mais intimista de “Nada por Mim” (canção de Paula e Herbert Vianna dada de presente à Marina Lima para que fosse gravada em seu disco Todas de 85) foi um dos pontos mais altos de um disco cheio de acertos. A bela “Derretendo Satélites” foi o ponto chave para encerrar o disco que, a rigor, é fechado com “Anoche Soñe Contigo” (o ponto mais baixo do Cd).
Enfim, o pop de Paula soa sempre novo e redondo, mesmo com alguns tons fora do lugar, Toller consegue se manter sempre nova e, o mais importante, sedutora.

Rita registra Picnic em Janeiro


Após estrear num Canecão lotado no mês de janeiro sua nova turnê retrospectiva de 40 anos de carreira, o Picnic, Rita Lee registrará o show em DVD no mês de janeiro, quando o show completa 1 ano de estrada. O show acontecerá no Vivo Rio (RJ) no dia 30 às 22:00h. O show traz a canção inédita "Tão", a interpretação de "Vingativa" do grupo As Frenéticas, a inusitada versão de "I Want to Hold Your Hand" dos Beatles, que virou "O Bode e a Cabra" na versão do grupo Renato e Seus Blue Caps.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O primeiro show da rainha no Rio!


Aconteceu ontem (14/ 12/ 2008) o primeiro show da rainha do pop Madonna no Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro. O show aconteceu embaixo de forte chuva que só sessou ao final do show, quando Madonna já cantava "Give it 2 Me" (canção que fecha o show). O primeiro show brasileiro da turnê Sticky & Sweet Tour (Turnê Doce e Pegajosa) foi um verdadeiro marco apesar da chuva e da não gravação do DVD! Ao que tudo indica o show de hoje (15/ 12/ 2008) poderá ser adiado para amanhã por conta da forte chuva que cai no Rio de Janeiro. Agudardar...
O primeiro show paulista da cantora acontece dia 20, quinta-feira, no Estádio do Morumbi em São Paulo! Dá-lhe Madonna!

domingo, 14 de dezembro de 2008

A emoção de um fracasso delicioso!


Na noite de ontem (13/ dezembro/ 2008) subi pela última vez no palco do Auditório Ilza Cintra no Educandário Allan Kardec ao lado dos componentes do projeto proporcionado pela Cia Druw. A apresentação foi uma costura dos Pró-Arte do fundamental 2, os quais uniram dança (numa alusão interessantíssima ao street-dance), teatro (em peça mais que interessante abordando os contos de fada depois do Felizes Para Sempre) e música (numa bela homenagem ao cinquentenário da velha bossa sempre nova, tocando o sucesso "Garota de Ipanema"). A apresentação em si teve (vários) erros, como textos engolidos, falas puladas, saídas e entradas adiantadas ou atrasadas... enfim, um caos total para nós que estávamos ali no palco e passamos por apenas 2 ensaios gerais (e mais ainda para os do projeto, que passaram por 4). Mas houveram coisas boas, aliás, coisas MUITO boas... costuras perfeitas que não siam nada bem nos ensaios mas, quando levados à cena, foram perfeitas. Um público sempre muito receptivo, com risadas expontâneas, palmas expontâneas e comentários expontâneos, cada qual em seu tempo. Aliás, só pra constar, o espetáculo apresentado não foi o Formas Poéticas (foto - retirada por Bea no Teatro Humboldt), apesar de ter uma alusão ao mesmo com o final apoteótico! Foi um espetáculo diferente, novo, danças novas, coreografias noas, textos novos, tudo novo! Mas este post veio com o intuito de mostrar minha emoção ao me despedir do belíssimo projeto Lúdico, o qual me proporcionou entrar na estrada com o espetáculo Formas Poéticas, espetáculo o qual me levou para palcos consagrados, como o da Galeria Olido (São Paulo) ou do Teatro Humboldt (São Paulo). Minha emoção foi a maior possível pois, pela primeira vez, tive a honra de subir ao palco com pessoas que eu amo, como Beatriz Afonso (a supra-citada Bea), my gêmula Léty, Thaís Rocha Canal Ciancci... enfim, só figurão! rs. Foi uma emoção sem tamanho, sem preço.

Muito obrigado ao Educandário Allan Kardec que abriu seus braços e, com ele, fizemos um país! Obrigado Lúcia, Renato, Carla, Dani (queridos), obrigado aos alunos com os quais não tive grande contato (Bianca Negrão, um beijo pra você meu anjo), aos alunos com os quais não tive contato algum, mas amei conhecer (Taina, Juliane, vocês são duas fofas), aos alunos com os quais construí amizade linda, mesmo fora do projeto (Bea, minha paixão, Thaís, amor da minha vida), pessoas que começaram no projeto, mas tiveram que nos abandonar (Léty, minha gemula mais querida, te amo! Fifa, meu carma! amo-te), alguns professores maravilhosos do colégio com os quais tive um contato bonito (Teresa, adoro-te, Benê, grande Benê, Valéria, linda), professores do projeto com os quais tive o prazer de ter aula (Luciana, te amo, Terena, minha paixão, Marquinhos, querido, Estelamare, deixou muitas saudades, Lilian, te amo, Patrícia, queridona), aos componentes do projeto que me marcaram (Jéssica, querida! Ana Júlia, la isla bonita - a vítima do garfo e chiclete da Léty e meu! rs! Marta, queridona! Any Buarque, adorei! André, sua anta que eu adoro! Annelise, a garça maldita que eu adoro demais! Isabela, minha filha queridaaaa! Bianca Manso, sua vaca que eu amooo! Fernanda, marcou-me muito, gosto bastante de você, viu garota?! Janaína, impossível descrever, um dejá-vú que não passa e espero que jamais passe! Mayara, minha gêmea, sabes que te amo muito, obrigado por tudo, você foi uma presença mor na minha vida! Daniela, minha filha mais amada, te amo, obrigado por entrar na minha vida! te amo, te amo, te amo!)... enfim... obrigado a todos, vou sentir saudades... mas se é para agradecer, eu tneho que agradecer a minha mestra, minha patroa, minha professora, diretora, a percussora da minha arte... muito, muito, muito, muito, muito, muito obrigado Miriam Druwe!!!!!!!!! Você foi, de longe, a melhor coisa que aconteceu na minha vida! Só tenho a te agradecer!

God save the queen MIRIAM DRUWE!

obrigado a tudo e todos, sejam MUITO felizes, torço sempre por vocês que me marcaram de maneira inclassificável!

thanks...

yes, we can.

sábado, 13 de dezembro de 2008

É hoje!


Bom, não sei bem se felizmente ou infelizmente, mas é hoje o grande dia! Hoje acontece no Auditório Ilza Cintra, dentro do Educandário Allan Kardec, as apresentações da Festa Final, evento de despedida do colégio o qual me convidou, através da dançarina e diretora Miriam Druwe, para participar e eu, emocionadíssimo, claro que aceitei. Apenas três dias de ensaio, sendo dois de ensaio geral. O evento será a apresentação do projeto Pró-Arte que estimula a arte dentro dos alunos do colégio... o projeto se divide em três partes, a dança, a música e o teatro. Minha felicidade maior é poder subir pela última vez no palco do Auditório Ilza Cintra como um convidado da própria casa. Sem título ou chamada de apresentação, minha participação se dará na costura de um Pró-Arte ao outro, mas sempre com uma alusão à arte, seja ela a dança, a pintura, o teatro ou a música, todos sempre interligados! Homenagens à Mozart, Ginger Rodgers e alusão ao espetáculo Formas Poéticas (apresentado o final apoteótico que brinca com cores e formas), o evento ocorre hoje às 18:00h em evento fechado a convidados! Se a felicidade não é maior é por apenas um motivo, minha despedida do projeto Lúdico proporcionado por Miriam Druwe (diretora da Cia. Druw, bailarina, professora). Mas a saudade que bate será muito bem interpretada como uma iniciação artística.

Mais tarde, aqui, o relato do espetáculo!

Considerações do meu sumir repentino


Nos últimos dias eu simplesmente sumi! Tal desaparecimento repentino deu-se por alguns vários motivos, dentre eles o tempo... Não tive tempo para entrar na internet, porém, quando arranjei o tempo já não tinha internet para preenchê-lo, e assim passaram-se três dias. Muita coisa aconteceu nestes três dias, dentre estas coisas estão os (únicos) dois ensaios realizados para a minha participação na Festa Final de hoje do Educandário Allan Kardec. Por todas as faltas terei de relatar os ensaios por hoje mesmo, sem o gás dos dias que se passaram mas com a memória nada afetada! Aguardem acontecimentos...

Aliás, por falar em contecimentos, para os desavisados de plantão, a rainha do pop MADONNA já está entre nós... sim, a diva já está hospedada no Rio de Janeiro e tem a primeira das duas apresentações cariocas marcadas para amanhã. A diva apresenta sua Sticky & Sweet Tour (Turnê Doce e Pegajosa, se traduzida ao pé da letra) no Estádio do Maracanã dias 14 e 15 e chega a São Paulo, no Estádio do Morumbi, dias 18, 20 e 21 de dezembro, dando encerramento a sua turnê. Aguardem...

domingo, 7 de dezembro de 2008

Segundo disco de Ana será produzido por Liminha.


Promessa não cumprida de grande revelação do ano de 2008, Ana Cañas contirnuará merecendo forte investimento da Sony & BMG no ano que vem. Acontece que a gravadora convocou ninguém mais ninguém menos que Liminha para produzir o segundo disco da cantora. O antecessor do frustrante Amor e Caos chegará às lojas ainda no primeiro semestre de 2009. Diferente do equivocado Amor e Caos que trouxe repertório (muito) autoral, o próximo disco da cantora deverá investir em seu lado intérprete, dando vazão a sua bela voz que pouco foi explorada no primeiro projeto.
Vale lembrar também que o percurso fonográfico de Cañas é similar ao traçado por Vanessa da Mata no início de sua carreira. Seu primeiro disco, o Vanessa da Mata (2002), foi aclamado pela crítica porém com pouco sucesso pela parte do público. Tal "fracasso" com o público fez com que a Sony recrutasse Liminha para produzir seu segundo disco, o belo Essa Boneca tem Manual (2004) caiu nas graças tanto do público quanto da crítica, trazendo belos sucessos como
"Ai, Ai, Ai" e "Ainda Bem", e trazendo também gravações que se tornariam antológicas, como é o caso da versão de Da Mata para "Eu sou Neguinha (canção dada de presente à Cássia Eller por Caetano Veloso).
Agora basta saber se Ana terá a mesma sorte (comercial) que teve a colega ao seguir o roteiro de produção de Liminha. Aguardar...

Miles Away


Hoje (07 de dezembro de 2008), Marina (Lima) deu as caras no blog do seu site oficial com uma postagem muito interessante que, acredito eu, é o que grita na cabecinha de muitos de nós... porque algumas pessoas só amam, sentem falta e dão valor... à distância? Será que é tão difícil amar enquanto perto? Gostar, dar valor enquanto ainda temos algo perto de nós? Num relacionamento onde há uma paixão intensa, há realmente amor? Ou vice e versa, num relacionamento com amor, será que há uma paixão intensa? Essas duas coisas precisam coincidir para ser realmente bom?! Fica a pergunta e fica também o post da Marina como um exemplo a todos nós, com direito até à citação de "Miles Away" da Madonna que, aliás, chega ao Brasil semana que vem para aquecer nossos coraçõezinhos...

Fala Marina:

Miles Away

Vcs já tiveram uma relação em que o outro só lhe valoriza ou trata bem quando está distante? Tem gente que “ama” assim — de perto lhe testa, machuca e fecha a guarda. Só se entrega quando não tem mais jeito — ou quando se encontra milhas distante.

Essa letra da Madonna fala disso. Meu deu vontade de postar aqui, lembrando que na semana que vem ela chega, para alegrar os nossos corações…

C’mon Baby, yeah!

Miles Away

I just woke up from a fuzzy dream
And I never want to see
the things that I have seen
I looked in the mirror and I saw your face
You looked back through me,
you were miles away.
All my dreams, they fade away
Ill never be the same
If you could see me the way you see yourself
And pretend to be someone else

You always love me more
Miles away
I hear it in your voice when were
Miles away
Youre not afraid to tell me
Miles away
I guess were at our best when were
Miles away

So far away
———————————————————————–
Porque algumas pessoas só amam assim?
Me digam.
beijo.
Marina

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Agenda


E, finalmente, eis a minha agenda atualizada:


DEZEMBRO

Data: 08 de Dezembro
Local: colégio Milton Ferreira de Albuquerque - São Paulo (SP)
Evento: sonoplastia da peça "O Menino Narigudo"
Horário: 14:30
Preço do ingresso: EVENTO FECHADO

Data: 13 de Dezembro
Local: Auditório Ilza Cintra, Educandário Allan Kardec - São Paulo (SP)
Evento: participação na Festa Final
Horário: 18:00
Preço do ingresso: À CONFIRMAR

sábado, 29 de novembro de 2008

A rainha e o rei juntos.


Hello queridos e queridas, venho com uma notícia quentíssima! Adivinhem quem será a convidada do rei Roberto Carlos para o seu especial de fim de ano deste ano na rede Globo de televisão? Wanderléa? Ivete Sangalo? Daniela Mercury? Zizi Possi? Adriana Calcanhotto? Ana Carolina? Cláudia Leitte?

NÃO!

Ninguém mais, ninguém menos que a rainha do rock brasileiro, exatamente, Roberto Carlos convidou Rita Lee para participar de seu especial de fim de ano. Será a primeira vez que a majestosa dupla dividirá o palco. Mas agora, eis a pergunta que não quer calar... e Rita, aceitou o convite?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Rita planeja inéditas para 2009


Após 6 anos sem gravar um disco com canções inéditas desde seu bom último trabalho, o Balacobaco, Rita Lee se prepara para voltar ao estúdio para registrar um novo projeto. A roqueira, mesmo em turnê com seu novo show Picnic, o qual comemora os 40 anos de sua (bela) carreira, pretende entrar em estúdio logo no primeiro semestre do ano para lançar, via Biscoito Fino, seu novo disco ainda no segundo semestre de 2009. Há possibilidade de canções como "Dinheiro", "Eu sou do Tempo" e o rock "Tão" (todas apresentadas no box da série Biograffiti e, a última, apresentada nos shows da cantora) estarem no repertório do projeto. Aguardar...

Vanessa canta Arantes, inédita e põe "Esperança" em DVD


"Um Dia, Um Adeus", a balada de Guilherme Arantes foi uma das grandes surpresas do show feito para o registro do Cd e DVD Multishow Ao Vivo Vanessa da Mata, gravado no dia 27 de novembro em show aberto no Centro Histórico da Cidade de Paraty (RJ). O show apresentado (infelizmente) não foi o belíssimo Sim, mas mesmo assim tinha em seu repertório grande parte do repertório tanto do Cd homônimo lançado por Vanessa em 2007 quanto do show.
No projeto, a cantora colocou canção inédita, caso de
"Esperança" - a música feita por Vanessa na Jamaica e que ganhará versão em estúdio, a ser entoada em duo com o jamaicano Sly & Robbie (único convidado da gravação do DVD). Além de "Esperança", Vanessa ainda entoou "Acode" (canção dada para a cantora Shirley de Moraes, a qual ainda permanecia inédita na voz de Da Mata) e "As Rosas não Falam" (belo samba de Cartola), com direito a troca de figurino no último, e mais intimista, bloco do show.

Eis o roteiro do inédito show apresentado pela artista em Paraty:

1- Vermelho - com Sly & Robbie
2- Pirraça - com Sly & Robbie
3- Absurdo - com Sly & Robbie
4- Ilegais / No No No - com Sly & Robbie
5- Esperança - com Sly & Robbie
6- Boa Sorte / Good Luck - com Sly & Robbie
7- Baú
8- Ainda Bem
9- Viagem
10- Eu Sou Neguinha
11- Joãozinho
12- Quando um Homem Tem uma Mangueira no Quintal
13- Case-se Comigo
14- Meu Deus
15- Fugiu com a Novela
16- Amado
17- História de uma Gata
18- Você Vai me Destruir
19- Acode
20- Não me Deixe Só
21- Ai, Ai, Ai...
22- Um Dia, um Adeus
23- As Rosas Não Falam

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Vale à pena ouvir de novo: Autêntica e sensível, Zizi emociona em DVD que registra show magistral.


Opinião de DVD
Título: Per Amore ao vivo
Artista: Zizi Possi
Gravadora: Universal Music
Cotação: **** ½
Data de lançamento: 1999


Gravado ao vivo em VHS em show realizado no antigo Palace (atual Citibank Hall) em São Paulo e reeditado em DVD no ano 2000, o DVD Zizi Possi – Per Amore ao vivo é uma das grandes raridades das quais apenas grandes fãs da cantora gozam. O DVD é o registro do antológico show da paulista, calcado no repertório de seu disco Per Amore de 1998.
Sem cortes, o show é mostrado na íntegra, desde a bela abertura com vídeo retirado das memórias da cantora nascida no bairro do Brás em São Paulo até o emocionante final ao som do antológico sucesso
“Per Amore”, o qual é repetido no BIS.
O DVD é aberto com um medley que une, à capella, “Lacreme Napulitane” com a bela “Vurria”. Tanto Cd quando DVD foram gravados ao lado de uma orquestra, além da afiada banda, e é essa orquestra que dá o tom para que Zizi entoe canções como a belíssima “Na Musica” (esta repetida duas vezes em medleys diferentes, a primeira é unida a “Dicitencello Vuie”, já a segunda, que fecha o show, é unida a linda “O Paese D’’O Sole”) e a própria “Per Amore”.
Com as lentes antenadas, todas dirigidas por Max Pierre, não há como perder um único take do DVD, mostrado parcialmente de cima da cantora, para dar vazão à beleza tanto do cenário como da bela arte cênica da cantora, a qual mostra-se performática e com uma bela, límpida e afinada voz.
O DVD só perde ponto por não ter registro ao vivo da bela
“L’Aurora”, a qual é apresentada apenas nos extras, com belo vídeo-clipe (apresentando também o vídeo de “Per Amore”).
Um dos blocos mais interessantes é o que traz em seqüência que une “Scapricciatiello Mio”, “Torero” e “Io Màmmeta e Tu”, mostrando Zizi num momento apoteótico do show. O momento mais belo do show é, sem dúvida, a seqüência de “Malafemmena” e “Per Amore” e o medley entre “Na Musica” e “O Paese D’’O Sole”, com cenas mais que belas, realçadas pelo belo cenário, que ganhou mais cor pelas lentes de Pierre. O belo BIS dado com “Core’ngrato” e “Per Amore”, momento mais emocionante em que a cantora é ovacionada ao meio da canção.
Zizi emocionou em DVD com registro de show magistral. Ponto para a Universal Music. Valeu.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Vale à pena ouvir de novo: Agora Lima, Marina mostra evolução e reinvenção em bom disco.



Opinião de disco
Título: Marina Lima

Artista: Marina Lima
Gravadora: EMI Music
Cotação: ****
Ano de lançamento: 1991


Muito se pode dizer sobre a mudança de Marina. Agora com o nome de Marina Lima, a intérprete de hits de verão como
“Uma Noite e ½” mostra que o verão não está mais chegando, ao menos não com tanta banalidade. Em Marina Lima, seu 9º disco em estúdio, a cantora mostra outras facetas num pop mais redondo e mais denso, com reflexões e letras mais profundas. Com sonoridade moderna produzida por Liminha e Fábio Fonseca, o disco mostra uma evolução na carreira de Marina, agora, Lima.
O disco é aberto com “Ela e Eu”, a bela balada de Caetano Veloso gravada por Maria Bethânia na década de 80 no disco Mel, com Marina cantando a capella. A música pode ser vista como uma alusão ao primeiro disco da cantora, o Simples Como Fogo (1979), onde Marina abria o disco com “Solidão” (Dolores Duran), a música era entoada primeiro a capella antes de ganhar a força pop que marcou o início da carreira de Marina.
Sem ganhar grande força pop, o disco segue com “Grávida”, segunda canção do disco e primeira parceria de Marina com Arnaldo Antunes. Na parceria com Antunes, Lima mostra que também evoluiu ao compor mesmo separada de seu irmão Antônio Cícero (com quem construiu toda sua carreira), tal evolução se vê no jogo feito por Marina com Arnaldo, onde ela se diz grávida de diferentes objetos, climas, etc.
Logo na terceira canção, a balada “Criança”, o disco ganha uma força, mas nada tão marcante quanto o pop-rock menos redondo apresentado no disco Todas (1985), mas um pop mais redondo, marcado pelas batidas eletrônicas, as quais conversam com o trabalho de Marina desde 1984 quando a cantora lançou seu antológico disco, o Fullgás. Entre jogo de perguntas em “Não Estou bem Certa”, onde ela deixa quase explicita sua bissexualidade em versos como “será que você será a dama que me completa, será que você será o homem que me desperta”, dando a entender sua concepção de relacionamento entre mulheres, onde há um entendimento maior e em relacionamentos com homens onde a atração sexual se mostra mais quente. Com versos reflexivos, ou até mesmo entre brincadeira clichê com o amor em “E Acho que não sou só Eu”, Marina consegue deixar sua marca. Dois destaques do disco, as baladas “O Meu Sim” e “Acontecimentos”, mostram que Marina está crescida e madura, mesmo sempre tendo esboçado essa maturidade em seus discos anteriores. Dando vazão ao seu lado de intérprete (este, ensaiado desde seu primeiro disco em 1979), Marina traz para seu universo a bela balada “Não sei Dançar”, canção de Alvin L. A canção é outro destaque do (bom) disco. Em homenagem sutil a Cazuza nos versos de “Pode ser o que For”, onde chama o amigo pelo apelido, Marina emociona de forma visceral. O disco é encerrado com “Serei Feliz”, canção a qual os versos esboçam o fim de um relacionamento (“serei feliz quando a dor passar, serei feliz quando o novo amor chegar”), encerrando o disco de forma pop, flexível e, o mais importante, reflexiva.
Agora Marina Lima, a antiga Marina mostrou que, aos 36 anos, evoluiu e se reinventou bem. Valeu.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A nova estação de Wanderléa.


A foto acima é do novo Cd da ternurinha Wanderléa. Nova Estação é o primeiro trabalho inédito da cantora em 10 anos e o primeiro disco em 6. Neste novo projeto, Wanderléa apresenta repertório majoritariamente inédito, contando com composições de Arnaldo Antunes ("Se Tudo Pode Acontecer"), Martinho da Vila ("Choro Chorão") dentre outros. A cantora também apresenta regravações de canções de Chico Buarque ("Mil Perdões") e Geraldo Azevedo ("Dia Branco"). O disco já está nas lojas.

Wanderléa se apresenta do dia 05 ao dia 14 de Dezembro no Teatro Cosipa em São Paulo com o show Nova Estação que, além das canções do novo disco, traz sucessos de sua carreira, é o caso de clássicos como
"Eu já nem Sei", "Te Amo", "Ternura", "Pare o Casamento" e "Prova de Fogo".

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Eu recomendo...


Cd/ DVD/ Música

CD:

Bring ya to the Brink – Cyndi Lauper (Neste ultimo trabalho, Cyndi explora a new wave e a música eletrônica especificando a eurodance).

DVD:

The Confessions Tour – Madonna (Lançado em 2005, o quarto DVD da rainha do pop Madonna leva a material girl numa viagem para as pistas de dança européias).

Música:

Hight & Mighty – Cyndi Lauper (canção lançada em seu último disco, o supracitado Bring ya to the Brink, a canção é feita em cima de batidas eletrônicas e da música pop redonda).


Teatro

Sacrifício – em cartaz no Mezanino do Centro Cultural Fiesp até dia 14 de dezembro.

Sacrifício conta uma história de amor e morte, revelando o absurdo da violência. O texto toma como eixo a peça Romeu e Julieta, de Shakespeare, com direção de Cibele Forjaz e a adaptação de Fernando Bonassi.

A tragédia trata da história de duas famílias tradicionais da garbosa Verona Paulistana que vivem, tradicionalmente, em disputa. Viveram assim até que dois deles - uma de um lado, outro de outro - se apaixonaram perdidamente. Surge neste amor imprudente uma chance de paz. Acontece que nem todos estão preparados para ela, acostumados que estão com as velhas guerras e farras. Neste sacrifício amoroso, será definitiva a participação de um frade subversivo e shakespeareano que vai mexer seus pauzinhos. Ele fará uma peça de teatro para pregar uma peça nos caretas e covardes, mostrando-lhes que na dor que dói de amor, pode existir uma esperança.


Cinema

Depois de Tudo – direção de Rafael Saar.

O longa conta a história de dois homens homossexuais enrustidos, os quais tem suas respectivas famílias formadas mas, sempre que podem, se encontram para viver um belo caso de amor. O longa traz como personagens principais o cantor Ney Matogrosso e o ator Nildo Parente.



Livro

Saga Lusa – Adriana Calcanhotto.

Neste seu novo projeto, a cantora Adriana Calcanhotto conta de modo despojado, engraçado, divertido e culto sobre uma crise que teve ao misturar os remédios para resfriado e os de sua dieta homeopática em sua passagem por Portugal com seu novo show Maré.


Evento (DESFILE)

TIM Fashion Brazil – Auditório do Ibirapuera dias 12, 13 e 15 de Dezembro.

Em evento que trará todas as coleções do próximo ano, a TIM Fashion Brazil mostrará as novas coleções de artistas renomados, caso de Edward Ciancci. O desfile será apenas uma amostra do que rolou na segunda-feira (17 de novembro) no mesmo Auditório do Ibirapuera no desfile da grife européia Vogue. Vale lembrar que o evento será aberto ao público e tem 30 % dos lugares grátis, quem quiser corra para os portões do Ibirapuera entre os dias 27 de novembro e 08 de dezembro. 60 % da verba arrecadada nos lugares mais caros (a mesa mais cara do evento custa em torno de R$ 500,00) será revertida em prol da Associação de Crianças Órfãs da cidade de São Paulo. O evento chega no Rio de Janeiro em janeiro, em Curitiba em fevereiro, em Porto Alegre no mês de Março e em Salvador no mês de Maio.

LaMínima oscila entre bom médico e frouxo monstro em peça.


Opinião de peça
Título: O Médico e os Monstros
Elenco: Cia LaMínima
Direção: Fernando Neves
Local: Teatro do Sesi – São Paulo (sessão das 11:00)
Data: 20 de novembro (em cartaz até 14 de dezembro)
Cotação: ***


Destinado ao público sumariamente jovem, a peça O Médico e os Monstros é uma morna adaptação de Mário Viana para o clássico inglês de Robert Louis Stevenson, Doctor Jeckyll & Mister Hyde. A história se passa no século 19 na Inglaterra. A peça é fiel adaptação do clássico literário, mas não é tão empolgante quanto o original.
Com direção de Fernando Neves, a peça pouco ganhou comparada ao clássico literário. Com interpretação frouxa e roteiro duvidoso, a peça seguiu linear ganhando (muitos) pontos apenas pelos ricos artefatos cênicos, cenário, iluminação e trilha sonora, todos dignos de um espetáculo hollywoodiano.
A história é praticamente a mesma, com sutis mudanças da adaptação para o livro do século 19. A história de um médico que, em suas loucas experiências, cria um monstro que mostra ser toda a maldade enrustida do cientista. Com elenco afiado, a peça seguiu interessante, porém pouco empolgante. Formado por majoritariamente atores de circo, o grupo LaMínima teve uma grande vantagem em seu espetáculo, os números de mágica e circo implícitos durante todo espetáculo. Sem deixar transparecer qualquer dúvida ou erro, a peça ganhou ponto pela afiação e rapidez com a qual foi conduzida, dentro de seu tempo certo que durou exatas 1 hora e 30 minutos.
De passagem em passagem com iluminação impecável, o espetáculo deixou a desejar apenas em momentos mais frouxos, como a troca de personagens do médico com o monstro, na cena em que os mesmos se encontravam “encurralados” em ato.
Improvisos ensaiados que caiam bem, esse foi um dos pontos altos da peça. Ao mostrar ao público algumas personagens como um mordomo atrapalhado (porém engraçado) que dividia o corpo do ator com outro personagem, o senhor ranzinza que deu vazão a momentos engraçados do espetáculo, uma governanta viciada em sexo (que proporcionou, no início do espetáculo, belo solo camerístico com voz límpida e afinada), um médico interessante, um monstro sem graça, uma donzela “perdida” em cena e um amigo confuso, o elenco conquistou parte do público que (não) lotou o Teatro do Sesi. A peça terminou de maneira morna, pouco empolgante e até frustrante para os que tanto ouviam falar do grande espetáculo que era O Médico e os Monstros. Enfim, numa mega produção com história mediana, O Médico e os Monstros é interessante até um certo ponto da palavra, deixando apenas uma fraca mensagem ao público. Deixou a desejar.